- Durante o clássico entre Atlético-MG e Cruzeiro na Arena MRV, a torcida do Galo fez gritos homofóbicos no fim do primeiro tempo.
- O árbitro Ramon Abatti Abel registrou os incidentes na súmula e mencionou que, apesar de um aviso no intervalo, os cânticos não se repetiram na segunda etapa.
- A torcida do Atlético-MG já havia sido advertida por comportamentos semelhantes em partidas anteriores.
- A súmula também destacou a falta de escolta policial para a equipe de arbitragem, que chegou atrasada devido ao trânsito.
- Um cigarro eletrônico foi arremessado durante a comemoração do gol do Cruzeiro, mas não atingiu ninguém.
A súmula do clássico entre Atlético-MG e Cruzeiro, realizado na Arena MRV, trouxe à tona incidentes preocupantes. Durante a partida das quartas de final da Copa do Brasil, o árbitro Ramon Abatti Abel registrou gritos homofóbicos da torcida do Galo, que estava presente no estádio. Os cânticos ocorreram no fim do primeiro tempo, especificamente quando o goleiro Cássio se preparava para cobrar uma falta.
A súmula também destaca que, apesar de um anúncio protocolar contra os cânticos homofóbicos feito no intervalo, os gritos não se repetiram na segunda etapa. A torcida do Atlético-MG já havia sido advertida anteriormente por comportamentos semelhantes. Além disso, o árbitro mencionou a falta de escolta policial para a equipe de arbitragem, que chegou ao estádio com um atraso de 45 minutos devido ao trânsito. Um ofício da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) solicitando a escolta não foi atendido.
Outro incidente registrado foi o arremesso de um cigarro eletrônico durante a comemoração do primeiro gol do Cruzeiro. O objeto não atingiu ninguém, mas reforça a necessidade de medidas de segurança mais rigorosas em eventos esportivos. A partida, apesar dos contratempos, ocorreu conforme o cronograma estabelecido.
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