- O ministro de Asuntos Exteriores, União Europeia e Cooperação da Espanha, José Manuel Albares, apoiou a expulsão do time Israel Premier Tech da Vuelta ciclista.
- Ele afirmou que é necessário enviar uma mensagem a Israel sobre a realização de competições esportivas durante a ofensiva em Gaza.
- A decisão de expulsar o time cabe à União Ciclista Internacional (UCI), segundo Albares.
- Desde o início da ofensiva em Gaza, em sete de outubro de dois mil e vinte e três, o Ministério de Saúde de Gaza reportou mais de sessenta e quatro mil mortos e mais de cento e sessenta e um mil feridos.
- Albares também destacou a mobilização da sociedade espanhola em apoio aos civis em Gaza, incluindo uma flotilha que partiu de Barcelona.
O ministro de Asuntos Exteriores, União Europeia e Cooperação da Espanha, José Manuel Albares, manifestou apoio à expulsão do time Israel Premier Tech da Vuelta ciclista. Em entrevista à RNE, ele justificou a posição afirmando que é necessário enviar uma mensagem a Israel sobre a continuidade das competições esportivas durante a ofensiva em Gaza.
Albares destacou que a decisão de expulsar o time não cabe ao governo espanhol, mas sim à União Ciclista Internacional (UCI). Ele afirmou que compreende a necessidade de tal medida, enfatizando que não se pode ignorar a situação em Gaza enquanto eventos esportivos ocorrem normalmente. A presença do time israelense na Vuelta gerou protestos em apoio à Palestina, resultando em mudanças na corrida, como a antecipação da meta em Bilbao.
Situação em Gaza
Os ataques israelenses em Gaza têm causado um número alarmante de vítimas. Desde o início da ofensiva em 7 de outubro de 2023, 64.231 gazatíes foram mortos, segundo o Ministério de Saúde de Gaza, com mais de 161.583 feridos. Esses números são considerados incompletos, pois muitos corpos ainda estão sob os escombros.
Albares também comentou sobre a solidariedade da sociedade espanhola, que tem se mobilizado em apoio aos civis desprotegidos em Gaza. Ele mencionou a participação de cidadãos em uma flotilha que partiu de Barcelona com o objetivo de romper o bloqueio israelense sobre a região. A situação continua a gerar reações intensas tanto na Espanha quanto internacionalmente.
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