- O Flamengo anunciou sua intenção de ser reconhecido pela Organização das Nações Unidas (ONU) como a primeira “Nação simbólico-cultural” do mundo.
- O ídolo Zico atuou como porta-voz da iniciativa durante uma live no YouTube, destacando a força de sua torcida, que ultrapassa 45 milhões de pessoas.
- Zico mencionou que, se o Flamengo fosse um país, teria a 36ª maior população do planeta.
- A campanha busca engajar a torcida em um movimento que reflete a influência cultural do clube, que vai além do esporte.
- Uma petição digital em apoio à causa já conta com mais de mil assinaturas e está disponível no site oficial do clube.
O Flamengo anunciou, nesta terça-feira, 24 de outubro, sua intenção de ser reconhecido pela Organização das Nações Unidas (ONU) como a primeira “Nação simbólico-cultural” do mundo. O ídolo Zico atuou como porta-voz da iniciativa durante uma live no YouTube, onde destacou a força da torcida, que ultrapassa 45 milhões de pessoas.
Zico enfatizou que, se o Flamengo fosse um país, teria a 36ª maior população do planeta. Ele ressaltou que a Nação Rubro-Negra é unida por um sentimento coletivo que vai além do esporte, incluindo música, histórias e tradições. O ídolo convidou os torcedores a assinarem uma petição digital em apoio à causa, que já conta com mais de mil assinaturas.
Mobilização da Torcida
A campanha do Flamengo visa engajar a torcida em um movimento simbólico que reflete a influência cultural e emocional do clube, que se estende além das fronteiras do Brasil. A diretoria acredita que o reconhecimento pela ONU, mesmo que simbólico, validaria um fenômeno que já se manifesta em várias partes do mundo.
Zico destacou que a Nação Rubro-Negra possui sua própria cultura, com heróis e costumes que atravessam gerações. A proposta busca reforçar a identidade da torcida e a importância do Flamengo na cultura brasileira e internacional. A petição digital está disponível no site oficial do clube, e a expectativa é mobilizar um grande número de assinaturas para fortalecer a solicitação à ONU.
Entre na conversa da comunidade