- A Fifa anunciou um fundo recorde de US$ 355 milhões para clubes que cederem jogadores para as eliminatórias e a Copa do Mundo de 2026.
- O valor representa um aumento de 70% em relação ao fundo de US$ 209 milhões distribuído na edição de 2022.
- Pela primeira vez, o programa incluirá clubes que disponibilizarem atletas durante as eliminatórias.
- O evento ocorrerá entre 11 de junho e 19 de julho de 2026, nos Estados Unidos, México e Canadá.
- O presidente da Fifa, Gianni Infantino, destacou a importância de reconhecer a contribuição dos clubes e jogadores para o futebol.
A Fifa anunciou um fundo recorde de US$ 355 milhões (aproximadamente R$ 1,8 bilhão) para clubes que cederem jogadores para as eliminatórias e a Copa do Mundo de 2026. Essa quantia representa um aumento de 70% em relação ao valor distribuído na edição anterior, realizada no Catar em 2022.
Pela primeira vez, o programa de compensação financeira incluirá clubes que disponibilizarem atletas durante as eliminatórias, ampliando o reconhecimento da contribuição dos clubes para o sucesso do torneio. O evento ocorrerá entre 11 de junho e 19 de julho de 2026, em Estados Unidos, México e Canadá.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, destacou a importância dessa iniciativa, afirmando que ela visa reconhecer economicamente o papel fundamental que clubes e jogadores desempenham no futebol. “A nova edição do Programa de Benefícios aos Clubes dará um passo adiante e reconhecerá a imensa contribuição de clubes e jogadores de todo o mundo”, afirmou Infantino.
Na Copa do Mundo de 2022, a Fifa distribuiu US$ 209 milhões entre 440 clubes de 51 federações. A nova iniciativa busca fortalecer a colaboração com a Associação de Clubes Europeus (ECA) e garantir que mais clubes ao redor do mundo sejam recompensados por ceder seus jogadores.
Nasser Al-Khelaïfi, presidente da ECA, também comemorou a parceria com a Fifa, ressaltando que o programa assegurará que mais clubes recebam compensação por sua contribuição ao futebol de seleções. A expectativa é que a Copa do Mundo de 2026 seja uma edição histórica, refletindo a inclusão e o reconhecimento das diversas regiões que compõem o cenário global do futebol.
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