- Roni, ex-jogador de futebol, foi acusado de fraudar borderôs de jogos no Estádio Mané Garrincha entre 2015 e 2017, resultando em investigação policial e detenção temporária em 2019.
- O processo foi arquivado em fevereiro de 2023 pelo Ministério Público do Distrito Federal, que não encontrou evidências contra os investigados.
- Com o arquivamento, Roni diversificou seus negócios, atuando na venda de ingressos e eventos por meio de sua empresa, Ingresso S/A, que já faturou R$ 18 milhões em 2024.
- Ele também lidera a Meu Bilhete, focada em eventos, e a Golden7 Soccer, que faz agenciamento de atletas.
- Roni busca retomar uma parceria com o Fluminense para gerenciar a venda de ingressos e o acesso ao Maracanã.
Roni, ex-jogador de futebol, foi acusado de fraudar borderôs de jogos no Estádio Mané Garrincha entre 2015 e 2017, resultando em uma investigação policial que culminou em sua detenção temporária em 2019. O caso envolveu um esquema que teria sonegado mais de R$ 300 mil em impostos e taxas de aluguel.
Após quase seis anos de tramitação, o processo foi arquivado em fevereiro de 2023 pelo Ministério Público do Distrito Federal, que não encontrou evidências de créditos tributários contra os investigados. Roni comentou sobre a situação, afirmando que estava disposto a esclarecer qualquer mal-entendido e que não havia nada a esconder.
Diversificação de Negócios
Com o arquivamento do processo, Roni diversificou suas atividades. Ele agora atua na venda de ingressos e eventos, com sua empresa, Ingresso S/A, que utiliza tecnologia de reconhecimento facial e gerencia programas de sócio-torcedor. O ex-jogador já faturou R$ 18 milhões em 2024 e superou essa meta nos primeiros seis meses de 2025.
Além disso, Roni está à frente da Meu Bilhete, uma empresa focada em eventos como festivais e shows, e da Golden7 Soccer, que faz agenciamento de atletas. Apesar de ter uma clientela variada, ele ainda busca retomar uma parceria com o Fluminense, clube que o consagrou nos anos 1990 e 2000, para gerenciar a venda de ingressos e o acesso ao Maracanã.
Futuro Promissor
Roni acredita que a mudança em seu foco de negócios se deve mais às transformações do mercado do que ao processo judicial que enfrentou. A venda de mandos de jogos diminuiu, enquanto a demanda por grandes eventos e sistemas de bilhetagem avançou. Ele já discutiu com o presidente do Fluminense, Mário Bittencourt, a possibilidade de um projeto exclusivo para o clube, demonstrando sua ambição de voltar a atuar em grande escala no futebol.
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