- O Conselho Deliberativo do Botafogo se reuniu na terça-feira (14) em General Severiano para discutir a gestão da SAF sob o comando de John Textor.
- O CEO da SAF, Thairo Arruda, informou a necessidade de aporte superior a R$ 300 milhões para o próximo ano, com projeção de R$ 350 milhões até 2026, e caixa com fôlego de aproximadamente 30 dias.
- As dívidas totais da SAF são em torno de R$ 700 milhões, distribuídas entre impostos (R$ 300 milhões), débitos com clubes (R$ 330 milhões) e outros passivos (R$ 70 milhões); a Eagle Football deve cerca de R$ 800 milhões à SAF.
- Arruda criticou a gestão anterior, apontando falhas na condução de pagamentos e na obtenção da Certidão Negativa de Débitos; a dívida da SAF com o clube social fica em torno de R$ 2 milhões.
- A relação entre a gestão e o clube social, presidido por João Paulo Magalhães, não é unânime em apoio a Textor, indicando tensões internas e necessidade de decisões rápidas para evitar problemas futuros.
O Conselho Deliberativo do Botafogo se reuniu na terça-feira (14) em General Severiano para discutir a gestão da SAF sob o comando de John Textor. O CEO da SAF, Thairo Arruda, apresentou a necessidade de um aporte superior a R$ 300 milhões para o próximo ano, com projeção de R$ 350 milhões até 2026. A situação financeira do clube é crítica, com caixa suficiente para apenas 30 dias.
Durante a reunião, Arruda respondeu a questionamentos sobre a saúde financeira do Botafogo. Ele revelou que as dívidas totais da SAF estão em torno de R$ 700 milhões, divididas entre impostos (R$ 300 milhões), débitos com clubes (R$ 330 milhões) e outros passivos (R$ 70 milhões). A Eagle Football, acionista majoritária, deve cerca de R$ 800 milhões à SAF.
Críticas e Desafios
Arruda também criticou a gestão anterior da SAF, apontando falhas na condução dos pagamentos e na obtenção da Certidão Negativa de Débitos, essencial para o funcionamento do clube social. O CEO destacou que a dívida da SAF com o clube social gira em torno de R$ 2 milhões. A relação entre a gestão e o clube social, presidido por João Paulo Magalhães, não é unânime em apoio a Textor, revelando tensões internas.
O cenário financeiro do Botafogo exige decisões rápidas e eficazes para evitar complicações maiores nos próximos meses. Com a necessidade de um aporte significativo e um fluxo de caixa reduzido, a gestão atual enfrenta um desafio considerável para estabilizar a situação do clube.
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