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Processo do São Paulo por cânticos homofóbicos é adiado

STJD adia julgamento por cânticos contra o Corinthians; informações adicionais serão obtidas junto ao São Paulo na próxima sessão da Segunda Comissão Disciplinar

Cântico com cunho homofóbico foi entoado pelas arquibancadas durante clássico (Foto: Ettore Chiereguini/AGIF)
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  • O julgamento do São Paulo por cânticos homofóbicos contra o Corinthians foi adiado pelo STJD para a próxima sessão da Segunda Comissão Disciplinar, com diligência para coletar informações adicionais junto ao clube.
  • A decisão ocorreu na última sexta-feira, 17 de outubro, e não há data marcada para a nova sessão.
  • O incidente ocorreu em dezoito de julho, no Morumbi, quando a torcida tricolor integrou uma letra considerada discriminatória; a Procuradoria do STJD denunciou o clube por infração ao artigo 243-G do CBJD e pediu a perda do mando de campo.
  • A defesa do São Paulo, representada pelo advogado Pedro Moreria, argumentou pela ausência de provas que vinculem os cânticos ao jogo, afirmando que não há evidências da data ou da presença do Corinthians e que o árbitro Anderson Daronco não ouviu os cânticos.
  • A promotoria do STJD decidiu adiar o julgamento para obter informações complementares do Corinthians, sem data definida para a próxima sessão, enquanto o caso segue sob acompanhamento.

O julgamento do São Paulo, referente a cânticos homofóbicos entoados por sua torcida contra o Corinthians, foi adiado pelo STJD (Supremo Tribunal de Justiça Desportiva). A decisão ocorreu durante sessão da Segunda Comissão Disciplinar na última sexta-feira, 17 de outubro. O processo foi baixado em diligência para que sejam coletadas informações adicionais junto ao Corinthians.

O incidente aconteceu no dia 19 de julho, durante uma partida no Morumbi, onde a torcida tricolor cantou uma letra considerada discriminatória. A Procuradoria do STJD denunciou o São Paulo por infração ao artigo 243-G do CBJD, que trata de atos discriminatórios, e solicitou a perda do mando de campo do clube.

A defesa do São Paulo, representada pelo advogado Pedro Moreria, contestou a acusação, alegando a ausência de provas que ligassem os cânticos à partida. Segundo Moreria, não há evidências que comprovem a data ou a presença do Corinthians em campo, além de mencionar que o árbitro Anderson Daronco não ouviu os cânticos. Ele pediu o afastamento do pedido de perda de mando, ressaltando que o clube não possui histórico de incidentes desse tipo.

Próximos Passos

A Comissão do STJD decidiu adiar o julgamento para obter as informações complementares do Corinthians, sem uma nova data definida para a próxima sessão. O desdobramento deste caso continua a ser acompanhado, dado seu impacto sobre a reputação do clube e a luta contra a homofobia no esporte.

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