- Demitido do Botafogo após participação no Mundial de Clubes, o técnico Renato Paiva criticou publicamente o dono da SAF, John Textor, alegando interferência em jogadores e táticas em entrevista ao The RGMedia.
- Paiva afirmou não ser fantoche e disse ter sido demitido no dia seguinte à derrota para o Palmeiras, mesmo após receber apoio de Textor.
- Segundo o técnico, Textor questionou seu estilo de jogo, classificando-o como defensivo no jogo contra o Palmeiras, que terminou um a zero.
- Paiva afirmou que a demissão ocorreu por ele não permitir interferência nas decisões de jogadores e táticas.
- A saída gerou controvérsia, especialmente após a boa campanha no Mundial, quando o Botafogo venceu Paris Saint-Germain (PSG).
Demitido do Botafogo após a participação no Mundial de Clubes, o técnico Renato Paiva criticou publicamente o dono da SAF, John Textor. Em entrevista ao *The RGMedia*, Paiva afirmou que não é um “fantoche” e denunciou tentativas de interferência em suas decisões. Segundo o treinador, ele foi demitido no dia seguinte à derrota para o Palmeiras, mesmo após receber apoio de Textor.
Na entrevista, Paiva relatou que Textor questionou seu estilo de jogo, considerando-o defensivo na partida contra o Palmeiras, que terminou em 1 a 0. O técnico destacou que a demissão reflete mais sobre o caráter do empresário do que sobre seu trabalho. “Fui demitido porque não permiti que esse senhor interferisse no meu trabalho”, afirmou Paiva, ressaltando que Textor queria influenciar suas escolhas de jogadores e táticas.
Interferência e Demissão
Paiva lembrou que, após o jogo contra o Palmeiras, Textor o elogiou e pediu que ele continuasse. No entanto, no dia seguinte, o treinador recebeu a notícia de sua demissão por meio de ordens, não pessoalmente. “Ele não teve coragem de me dispensar cara a cara”, declarou. A demissão gerou controvérsia, especialmente após a boa campanha do Botafogo no Mundial, onde a equipe venceu o PSG.
As declarações de Paiva levantam questões sobre a gestão da equipe e a dinâmica entre treinador e proprietário. O ex-técnico reafirma que sua saída está ligada à sua recusa em se submeter às exigências de Textor, que, segundo ele, não aceitaria essa verdade.
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