- Gui Bom, atacante da base do Corinthians, enfrenta impasse na renovação; reunião na terça-feira, 28 de outubro, não avancou e as negociações seguem paralisadas desde setembro por divergências salariais.
- O salário oferecido foi considerado abaixo do que já foi acordado com outros jovens da base, e o valor da multa rescisória pode ficar muito alto, conforme a legislação brasileira, que determina que seja duas mil vezes o salário do jogador; o empresário é André Cury, que também representa Yuri Alberto.
- Clubes brasileiros sondam o atleta, com termos em aberto e sem pressa para fechar, enquanto o contrato atual vai até novembro de 2027.
- A pressão aumenta após a venda de Kauê Furquim para o Bahia por cerca de R$ 14 milhões, o que levou a diretoria a intensificar a renovação de contratos de promessas para proteger o patrimônio e elevar as multas.
- A situação envolve a estratégia do clube para valorizar a dupla promessa e evitar novas perdas, mantendo as negociações em aberto.
A negociação para a renovação do contrato do atacante Gui Bom, destaque da base do Corinthians, enfrenta dificuldades. Na última terça-feira, 28 de outubro, uma reunião entre representantes do jogador e dirigentes do clube não resultou em avanços. Desde setembro, as conversas estão paralisadas devido a divergências salariais.
Os representantes de Gui Bom consideram o salário oferecido abaixo do que foi negociado com outros jovens atletas da base. Além disso, a proposta financeira impacta o valor da multa rescisória, que, segundo a legislação brasileira, deve ser duas mil vezes maior que o salário do jogador. O empresário do atleta, André Cury, também representa o atacante Yuri Alberto.
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Apesar do impasse nas negociações, clubes brasileiros demonstram interesse em Gui Bom. Fontes ligadas ao Corinthians afirmam que as discussões sobre os termos da renovação continuam em aberto, sem pressa em lidar com o assédio externo. O jogador possui contrato até novembro de 2027, mas a pressão para aumentar sua valorização é crescente.
A situação se torna ainda mais crítica após a venda do atacante Kauê Furquim para o Bahia, por cerca de R$ 14 milhões, um valor considerado baixo pelo clube. Com isso, a diretoria intensificou os esforços para renovar contratos com suas principais promessas, visando não apenas proteger o patrimônio, mas também elevar as multas rescisórias dos jovens talentos da equipe.
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