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Empresário revela reação de Bruno Henrique após resultado do julgamento

Bruno Henrique é absolvido pelo STJD no artigo 243-A por seis a três; multa de R$ 100 mil pelo artigo 191; atleta liberado para atuar

Bruno Henrique, do Flamengo. comemora gol durante partida contra o Sport (Foto: Thiago Ribeiro/Agif/Gazeta Press)
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  • O Pleno do Superior Tribunal de Justiça Desportiva absolveu Bruno Henrique, atacante do Flamengo, por 6 votos a 3 na acusação de tentar forçar um cartão amarelo para beneficiar apostadores, em sessão realizada na quinta-feira (13).
  • O jogador foi liberado para atuar, mas recebeu multa de R$ 100 mil pelo uso de informações internas do clube (artigo 191).
  • O empresário Denis Ricardo afirmou que Bruno Henrique ficou muito satisfeito com o resultado e a seriedade do tribunal; o atleta participou da audiência remotamente.
  • O auditor Marco Aurélio Choy destacou que não houve cooptação do jogador e que não houve indícios de pagamento ou aliciamento por apostadores; houve apenas compartilhamento de uma informação estratégica com o irmão.
  • A decisão permite o retorno aos jogos, mantendo a multa como alerta sobre o uso de informações privilegiadas.

O Pleno do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) absolveu o atacante do Flamengo, Bruno Henrique, na última quinta-feira (13), por 6 votos a 3, da acusação de tentar forçar um cartão amarelo para beneficiar apostadores. O jogador estava sob investigação por supostas tentativas de manipulação esportiva, mas foi liberado para atuar após a decisão. No entanto, ele foi multado em R$ 100 mil pelo uso de informações internas do clube.

O empresário de Bruno Henrique, Denis Ricardo, afirmou que o atleta ficou muito satisfeito com o resultado do julgamento. “Acreditávamos muito na seriedade do Tribunal, e vimos essa seriedade ser aplicada”, declarou. Bruno participou da audiência remotamente e está motivado para voltar aos gramados. A multa se refere ao artigo 191, que trata do uso indevido de informação.

Detalhes do Julgamento

Durante a sessão, o auditor Marco Aurélio Choy destacou que não havia evidências de cooptação do jogador. Ele explicou que a situação de Bruno Henrique era distinta de outros casos de manipulação, pois não foram encontrados indícios de pagamento ou aliciamento por apostadores. A investigação revelou que o jogador compartilhou uma informação estratégica com seu irmão, que poderia ter usado isso para fazer uma aposta.

Choy enfatizou que, embora a atitude de Bruno Henrique fosse questionável, não havia elementos que comprovassem que ele havia sido cooptado. A decisão do STJD abre caminho para que o atacante retorne aos jogos, enquanto a multa aplicada serve como um alerta sobre o uso de informações privilegiadas.

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