- O Botafogo Social, que detém 10% da SAF, acionou a 23ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro pedindo ressarcimento de R$ 155,4 milhões, referente ao passivo da SAF.
- O clube também pediu a nomeação de um interventor judicial para administrar a SAF e o bloqueio de venda de ativos, incluindo jogadores, durante o andamento da ação.
- A ação busca proteger o Botafogo diante do conflito entre acionistas da Eagle Football e da guerra entre investidores, segundo apuração.
- O presidente do Botafogo Social, João Paulo Magalhães, afirmou que o objetivo é evitar prejuízos ao clube.
- As informações iniciais são do Jornal O Globo; a disputa ocorre em meio à necessidade de caixa da SAF para 2026 e à dificuldade de aporte externo.
O Botafogo Social, que detém 10% da SAF do clube, protocolou nesta terça-feira (25) uma ação na 23ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. A demanda solicita o ressarcimento de R$ 155,4 milhões e aponta passivo declarado pela SAF.
A iniciativa também pede a nomeação de um interventor judicial para administrar a SAF e o bloqueio de venda de ativos, como jogadores, durante o trâmite processual. A medida visa reforçar a proteção ao clube enquanto o processo avança.
João Paulo Magalhães, presidente do Botafogo, afirmou ao Lance! que o objetivo é preservar o clube diante do conflito entre os acionistas e da disputa interna. O dirigente destacou que a SAF precisa de caixa para 2026 e que investidores estrangeiros não vêm contribuindo no momento.
Medidas legais e próximos passos
A ação envolve a leitura de passivos da SAF e o papel da Eagle Football na administração, com oéricas de desdobramentos que podem influenciar o fluxo financeiro do futebol do Botafogo. A reportagem apurou que a disputa envolve parte do capital social e estratégias de aporte.
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