- Vasco goleou o Internacional por cinco a uno, em São Januário, e Fernando Diniz afirmou que o novo gramado já apresentava dificuldades antes da chuva que alagou o campo.
- A grama foi trocada no início de novembro, mantendo o solo argiloso; o time recorreu a mais bolas longas no primeiro tempo.
- A Greenleaf explicou que o comportamento do gramado é natural nos primeiros dias após a instalação, com apenas a grama substituída e sem mudanças no solo ou na drenagem.
- A projeção é de rápida evolução: o campo deve ficar totalmente uniforme nas próximas semanas, ficando mais adaptado para uma eventual final da Copa do Brasil.
- A forte chuva não é relação com os problemas no gramado, pois a drenagem permanece inalterada e funcionando como antes.
O Vasco venceu o Internacional por 5 a 1, mas o jogo em São Januário ficou marcado pelo estado do gramado. Antes mesmo da chuva que alagou o campo, o time reconheceu dificuldade com a bola quicando demais, o que levou o elenco a recorrer a mais passes longos no primeiro tempo. A partida ocorreu nesta sexta-feira, com a superfície ainda em fase de adaptação após a troca da grama.
A grama foi substituída no início de novembro, mantendo o solo argiloso original. O treinador Fernando Diniz explicou que o estranhamento com o campo já era perceptível antes da chuva, o que combina com o estágio atual da superfície, que recebeu a primeira partida nesta sexta. O time tem adotado ajustes para contornar o comportamento fisiológico do gramado.
Situação do gramado
A Greenleaf, responsável pela troca, afirma que o comportamento observado é natural nos primeiros dias após a instalação. Apenas a grama foi substituída, sem alterações no solo, no topsoil ou na drenagem. A expectativa é de rápida evolução, com o campo se tornando totalmente uniforme nas próximas semanas e, segundo a empresa, mais pronto para uma eventual final da Copa do Brasil. A chuva forte, segundo a Greenleaf, não é explicação para o problema.
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