- Brasil ficou sabendo seus três primeiros adversários na Copa do Mundo de 2026, que acontecerá em três países — Estados Unidos, México e Canadá — com quarenta e oito seleções pela primeira vez.
- Segundo o sorteio, o Brasil de Carlo Ancelotti enfrentará Marrocos, Haiti e Escócia; a tabela completa com ordem dos jogos e horários será divulgada no sábado, em Washington.
- O Haiti aparece na lista como rival da seleção brasileira; atualmente 84º no ranking da Fifa, retorna à Copa do Mundo após boa campanha sob Sébastien Migné, com Duckens Nazon em destaque.
- Nazon está a cinco gols de se tornar o maior artilheiro da seleção haitiana, após balançar as redes em momentos decisivos, incluindo um empate histórico contra Costa Rica.
- Brasil e Haiti nunca se enfrentaram em Copas do Mundo; o único capítulo entre as seleções ocorreu no polêmico “Duelo da Paz” de 2004, quando o Brasil venceu por 6 a 0.
O Brasil conheceu nesta sexta-feira os seus três primeiros adversários na Copa do Mundo de 2026, que será disputada em três países: Estados Unidos, México e Canadá, com 48 seleções. O sorteio definiu Marrocos, Haiti e Escócia como rivais iniciais. A tabela completa, com a ordem de jogos e horários, será divulgada neste sábado, em Washington.
A Copa de 2026 adota pela primeira vez a fase de grupos ampliada para 48 seleções. A candidatura brasileira, sob comando técnico de Carlo Ancelotti, contará com três adversários iniciais já conhecidos.
Adversários do Brasil
O Haiti aparece como segundo rival brasileiro. Atualmente na posição 84 do ranking da FIFA, a equipe caribenha retorna à Copa após boa campanha sob o comando do técnico francês Sébastien Migné.
Entre os destaques do Haiti está Duckens Nazon, principal jogador da equipe. A equipe caribenha surpreendeu ao ficar no grupo com Costa Rica e Honduras e se classificou para o Mundial pela primeira vez desde 1974.
Histórico e contexto
Brasileiros e haitianos nunca se enfrentaram em Copas. Em 2004 houve o chamado Duelo da Paz, marcado por tensões durante um conflito no Haiti. A partida terminou com goleada brasileira de 6 a 0, em clima tenso, mas sem impacto direto no futuro esportivo.
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