- Marrocos busca naturalizar Ayyoub Bouaddi para a Copa do Mundo; o jogador tem dezoito anos, nasceu em Senlis, na França, e tem pais marroquinos.
- Bouaddi atua no Lille desde os dezesseis anos e já disputou setenta e um jogos pela equipe principal.
- A federação marroquina conversa com ele e a família desde a última Data Fifa; ainda não há decisão definitiva sobre representar Marrocos ou França.
- Grandes clubes europeus, incluindo o Paris Saint-Germain, monitoram o caso; o técnico Walid Regragui disse que pode esperar meses.
- O tema já ocorreu com Brahim Díaz e Osame Sahraoui, casos de jogadores que defenderam Marrocos após naturalização.
Marrocos intensifica a busca por naturalizar Ayyoub Bouaddi, promessa do Lille, para a Copa do Mundo. O jogador, de 18 anos, nasceu na França e tem pais marroquinos, e já chama a atenção de grandes clubes europeus, incluindo o Paris Saint-Germain. A seleção africana tem pressionado para formalizar a alteração de nacionalidade antes do torneio.
Bouaddi atua pelo Lille desde os 16 anos e já soma 71 jogos pela equipe principal, mesmo com a idade dele. A transferência de nacionalidade ainda depende da decisão do jogador, que continua em avaliação, com possibilidade de defender o Marrocos caso opte pela mudança.
Regragui sinalizou que pode esperar meses pela decisão do atleta, levando em conta o interesse do PSG e de outros gigantes do futebol europeu. A federação marroquina já dialoga com Bouaddi e sua família desde a última Data-Fifa, mantendo o foco na possibilidade de integrá-lo ao elenco para a Copa do Mundo.
Interesses e precedentes
Caso Bouaddi confirme a naturalização, o Marrocos pode reforçar o meio-campo para o torneio. O tema de naturalizações já contou com exemplos recentes, como Brahim Díaz no Real Madrid e Osame Sahraoui, também do Lille, que optaram pela seleção africana em fases anteriores da carreira.
A decisão do jogador permanece em aberto, com o futebol francês e clubes europeus monitorando o desfecho. A possibilidade de representar o Marrocos, entretanto, depende apenas da vontade de Bouaddi e do cumprimento das regras de elegibilidade.
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