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Brighton enfrenta críticas por banimento ao Guardian por cobertura de Tony Bloom

Brighton proíbe credenciamento do Guardian para jogos em casa após reportagens sobre o proprietário, ampliando a polêmica sobre liberdade de imprensa

Tony Bloom at the Amex Stadium in 2017. The billionaire made his money from gambling.
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  • O Brighton & Hove Albion informou ao Guardian que jornalistas e fotógrafos do jornal não seriam credenciados para partidas no Amex a partir do jogo de domingo contra o West Ham, após reportagens sobre alegações envolvendo o proprietário Bloom.
  • As alegações sobre Bloom, bilionário ligado ao setor de jogos, geraram críticas e levantaram questões sobre liberdade de imprensa.
  • A decisão aumentou a polêmica já existente, com MPs e entidades de imprensa questionando o precedente criado pela medida.
  • Dawn Alford, executiva-chefe da Society of Editors, afirmou que a proibição é “preocupante”.

Brighton & Hove Albion informou ao Guardian que jornalistas e fotógrafos do veículo não serão credenciados para as partidas em casa a partir do jogo de domingo contra o West Ham. A decisão ocorreu após reportagens sobre alegações envolvendo o proprietário do clube.

A medida amplia a polêmica que envolve a gestão do clube e questões sobre liberdade de imprensa. Partes ligadas aos MPs, à imprensa e a grupos de torcedores já questionavam precedentes criados pela atuação do clube.

O proprietário, Bloom, bilionário conhecido por atividades no setor de jogos, é alvo de críticas em meio às alegações veiculadas. A decisão de barrar a cobertura foi comunicada ao Guardian na noite de sábado, com o clube justificando que seria inadequado credenciar jornalistas e fotógrafos para as partidas no Amex Stadium.

A imprensa britânica e representantes de entidades jornalísticas expressaram preocupação com o impacto da medida. Dawn Alford, dirigente da Society of Editors, classificou o banimento como profundamente preocupante e citou riscos à liberdade de imprensa.

Autoria e contexto das acusações sobre Bloom permanecem em aberto, e parlamentares têm acompanhado o caso com atenção. O Guardian, que publicou reportagens sobre o tema, não obteve confirmação de novas credenciais para as partidas.

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