- O orçamento para 2026 foi aprovado pelo Conselho Deliberativo do Corinthians na segunda-feira, com participação de 139 conselheiros; 10 conselheiros manifestaram insatisfação.
- O plano prevê um superávit de R$ 12 milhões para o próximo ano e já recebeu pareceres favoráveis do CORI e do Conselho Fiscal.
- A principal estratégia é reduzir a folha salarial, passando de R$ 505 milhões em 2025 para cerca de R$ 410 milhões em 2026 (≈ 19%).
- No futebol profissional, a folha deve cair de R$ 435 milhões para cerca de R$ 354 milhões (economia próxima de R$ 6,2 milhões por ano); Talles Magno e Romero não devem permanecer em 2026.
- Fagner e Pedro Raul podem ser negociados, e o orçamento prevê arrecadação de R$ 151 milhões com venda de jogadores na próxima temporada.
Foi aprovado nesta segunda-feira (15) pelo Conselho Deliberativo do Corinthians o orçamento para 2026. A sessão contou com a participação de 139 conselheiros, entre vitalícios e trienais. A meta é apresentar um superávit de R$ 12 milhões para o próximo ano.
Apesar da aprovação, 10 conselheiros registraram insatisfação com a previsão apresentada. O orçamento já tinha parecer favorável do CORI e do Conselho Fiscal, segundo o clube.
A principal estratégia financeira é a redução da folha de pagamento. O gasto total com pessoal deve cair de R$ 505 milhões em 2025 para cerca de R$ 410 milhões em 2026, queda de aproximadamente 19%.
Redução na folha do futebol
No futebol profissional, a folha apontada passa de R$ 435 milhões para cerca de R$ 354 milhões, gerando economia anual de aproximadamente R$ 6,2 milhões. Talles Magno e Romero não devem permanecer no clube em 2026.
Possíveis negociações e arrecadação
Fagner, hoje no Cruzeiro, e Pedro Raul, no Ceará, pertencem ao Corinthians e podem ser negociados. O orçamento prevê ainda arrecadação de cerca de R$ 151 milhões com venda de jogadores na próxima temporada, incluindo atletas já atuantes.
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