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Brasil no Catar: participação e agenda da seleção

Final da Copa Intercontinental entre Flamengo e Paris Saint‑Germain evidencia desgaste e desequilíbrios de calendário que definiram nos pênaltis

O Brasil no Catar
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  • A final da Copa Intercontinental, em Doha, entre Flamengo e Paris Saint‑Germain, terminou nos pênaltis, com o PSG campeão após a decisão.
  • O Flamengo chegou à prorrogação e aos pênaltis, enfrentando desgaste maior por o calendário brasileiro já estar no fim do ano.
  • O PSG, sob o comando de Luis Enrique, teve mais liberdade no começo, com foco em dribles e jogadas individuais; no segundo tempo houve maior equilíbrio.
  • Nos pênaltis, os goleiros Safonov e Rossi protagonizaram atuações destacadas, em meio a cobranças erradas e jogo intenso.
  • Entre os destaques, Nuno Mendes recebeu elogios pela atuação, ao lado de Dembélé, Kvaratskhelia e outros jovens talentos do PSG.

O Qatar sediou a final da Copa Intercontinental, realizada em Doha na quarta-feira, 17. Flamengo, campeão sul-americano, enfrentou o Paris Saint-Germain, campeão europeu, após eliminarem os adversários na fase anterior. A decisão ocorreu no fim de um calendário congestionado e sob o peso da expectativa brasileira.

Apesar do favoritismo, o Flamengo precisou levar a decisão à prorrogação e aos pênaltis para confirmar o título, em um confronto marcado pelo desgaste do time brasileiro frente ao ritmo europeu. No confronto tático, houve equilíbrio entre as equipes a partir do segundo tempo.

Desempenho tático e destaques

O PSG, comandado por Luis Enrique, abriu vantagem no primeiro tempo com maior liberdade individual, explorando dribles e improviso. Vítorias no ataque ficaram com jogadores como Kvaratskhelia, Dembélé e Barcola.

No Flamengo, Filipe Luís comanda a defesa mantendo coesão do elenco, mesmo com diferença de ritmo entre os campeões. No segundo tempo e prorrogação, o jogo ficou mais equilibrado, com chances para ambos os lados.

Pênaltis e fechamento da partida

A decisão foi para os pênaltis, com defesas importantes de Safonov e Rossi, que alternaram acertos e erros nas cobranças. Dembélé falhou ao final, isolando a cobrança. Marquinhos, do PSG, também teve falhas, mas o time manteve o foco na definição.

Entre os destaques, Nuno Mendes recebeu elogios pela atuação de alto nível, ao lado de Barcola, João Neves e Fabián Ruiz, que ajudaram o PSG a manter o domínio técnico. O título acabou ficando com o clube francês.

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