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Corinthians chega com força máxima para a final após mobilização do elenco

Corinthians chega com força máxima para a final após mobilização do elenco, que evitou cartões desnecessários com oito pendurados no jogo de ida

André Ramalho falou sobre mobilização do elenco (Foto: Leo Barrilari/Gazeta Press)
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  • Corinthians chegou com força máxima para a final, após mobilização do elenco, disputando o jogo de ida com oito pendurados.
  • Os jogadores pendurados no início eram Matheuzinho, Rodrigo Garro, Gustavo Henrique, Hugo Souza, Maycon, Breno Bidon, André Ramalho e Fabrizio Angileri.
  • André Ramalho declarou que o grupo se cobrou para evitar cartões bobos, evitando reclamações com a arbitragem e provocações do adversário.
  • Ramalho explicou que a maior preocupação era não tomar cartão amarelo por provocações e que, se possível, alguém não pendurado pudesse fazer faltas táticas, mas reconheceu que nem sempre é viável.

O Corinthians chega à final com elenco completo, após mobilização interna para evitar cartões desnecessários. No jogo de ida, oito atletas estavam pendurados: Matheuzinho, Rodrigo Garro, Gustavo Henrique, Hugo Souza, Maycon, Breno Bidon, André Ramalho e Fabrizio Angileri. O grupo cobrou disciplina para não comprometer o segundo duelo.

A cobrança interna partiu do grupo para manter o ritmo sem colocar a equipe em desvantagem. André Ramalho afirmou que nenhum jogador relaxou em campo e que, se fosse preciso, fazer faltas táticas para evitar gols não seria problema, desde que não gerasse cartões desnecessários. A ideia foi manter a defesa estável até a decisão.

A preocupação maior girou em torno de três defensores pendurados, o que elevou o cuidado com cartões. Ramalho explicou que o elenco sabia do cenário e controlou o aspecto emocional, mantendo o desempenho sem abrir brechas para provocações que pudessem levar ao terceiro amarelo. Em duelos de defesa, a priorização foi o equilíbrio entre irrestrita marcação e preservação de jogadores-chave.

Preocupação

No debate interno, a equipe reforçou a necessidade de evitar situações que levassem a punições adicionais. A posição do grupo foi clara: há momentos em que é preciso pressão e others em que se pode poupar, mas sem comprometer a integridade do setor defensivo. O objetivo orientado foi manter todos disponíveis para o confronto decisivo.

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