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Ex-árbitra aponta ano difícil para a classe e analisa mudanças da CBF para 2026

Nadine Basttos avalia o impacto do impedimento semiautomático e as mudanças da CBF para 2026, ressaltando formação contínua e respeito à arbitragem

Presidida por Samir Xaud, CBF deve implementar mudanças na arbitragem para 2026 (Foto: Rafael Ribeiro/CBF)
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  • A temporada de 2025 foi marcada por polêmicas de arbitragem no futebol brasileiro, levando a CBF a planejar mudanças para 2026, como o impedimento semiautomático e a profissionalização da classe.
  • Nadine Basttos, ex-árbitra assistente, comentou as iniciativas da CBF em entrevista ao Lance!, destacando a importância da formação contínua, qualificação de instrutores e melhoria no VAR.
  • Ela afirmou que a profissionalização ajuda na dedicação, preparo físico e evolução técnica, mas não resolve tudo, e reforçou a necessidade de um ambiente de maior respeito à arbitragem.
  • Sobre o impedimento semiautomático, Basttos disse que a tecnologia é mais precisa e rápida, reduzindo tempo de análise e erros de posicionamento, o que aumenta a consistência das decisões, ainda que polêmicas continuem.
  • Na visão da comentarista do SBT, não há consenso sobre o melhor árbitro brasileiro; reconhecimentos internacionais existem, mas os nomes citados, como Wilton Pereira Sampaio e Raphael Claus, não representam unanimidade no país.

O futebol brasileiro teve mais uma temporada marcada por polêmicas de arbitragem em 2025. A CBF planeja mudanças para 2026, incluindo o impedimento semiautomático e a profissionalização da classe. Nadine Basttos falou sobre as iniciativas em entrevista ao Lance!.

Ela destacou que a profissionalização pode aumentar dedicação, preparo físico e evolução técnica, mas ressalvou que não resolve tudo sozinho. É essencial investir em formação contínua, qualificação de instrutores e avaliadores, além de melhorar o VAR e criar um ambiente de respeito à arbitragem.

A ex-árbitra também apontou que a tecnologia do impedimento semiautomático oferece mais precisão e rapidez. Segundo ela, reduz tempo de análise e erros de posicionamento, contribuindo para decisões mais consistentes, embora polêmicas milimétricas ainda possam ocorrer.

Nadine afirmou que, apesar do esforço de alguns árbitros, não houve evolução clara em 2025. A temporada foi considerada ruim, com erros graves de profissionais experientes e sensação de insegurança ao longo do campeonato.

Impedimento semiautomático e mudanças na arbitragem

Na avaliação da comentarista, a tecnologia representa avanço importante, ao assegurar dados mais confiáveis para as decisões. O foco passa a ser a qualidade de implementação, treinamento de equipes e fiscalização de uso.

Ela reforçou que o tema não elimina dúvidas, pois lances milimétricos ainda serão discutidos. A diferença está na consistência das chamadas, apoiadas por dados.

Comparação com a arbitragem europeia

Nadine comparou o comportamento dos jogadores no Brasil e na Europa diante de decisões. Na visão dela, os árbitros europeus recebem mais respeito, o que facilita a condução do jogo e reduz a dependência do VAR.

Ela citou que não há consenso sobre o melhor árbitro brasileiro na atualidade. Arbitros que atuam internacionalmente aparecem entre os melhores, mas continuam sem unanimidade no país.

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