- Corinthians quitou a segunda parcela de R$ 41,2 milhões de direitos de imagem de Matías Rojas, encerrando a pendência com o jogador.
- A negociação ocorreu nesta segunda-feira, 5 de janeiro, e Rojas abriu mão de juros, gerando economia de cerca de R$ 7 milhões para o clube.
- O acordo, pago em duas parcelas entre 23 e 30 de dezembro, encerrou o processo envolvendo o meia paraguaio e o Timão.
- O Corinthians já está impedido de contratar por dívida com o Santos Laguna, relacionada à contratação de Félix Torres, e busca quitar essa pendência para evitar novo transfer ban.
- Parte do valor da premiação pela Copa do Brasil foi utilizada pelo clube para quitar as dívidas, mantendo o caso de Rojas encerrado.
O Corinthians quitou a segunda parcela de um acordo com o meia Matías Rojas, encerrando o pagamento de direitos de imagem referente a 2023-2024. A quitação totaliza R$ 41,2 milhões, sem juros, e ocorreu nesta segunda-feira, 5 de dezembro. O objetivo foi livrar o clube de um novo transfer ban.
O débito dizia respeito aos direitos de imagem durante o período em que o jogador atuou pelo Timão. O acordo abrange valores até 2027, prazo final do contrato do paraguaio. O time já enfrentava condenação da FIFA e correu risco de nova sanção caso não chegasse a um acordo.
A negociação teve economia relevante para o clube: sem juros, a dívida caiu em torno de R$ 7 milhões. A defesa do jogador foi conduzida pelo PVBT Law, com Rafael Botelho atuando como sócio representante. A quitação foi feita em duas parcelas entre 23 e 30 de dezembro e foi concluída.
O Timão utilizou parte de premiação pela Copa do Brasil, que rendeu cerca de R$ 77 milhões ao clube. Parte do montante continua bloqueada pela Caixa por acordo fiduciário ligado à Neo Química Arena. Mesmo assim, o acordo com Rojas está encerrado, segundo o escritório.
Missão transfer ban
Apesar da conclusão com Rojas, o Corinthians mantém o foco na dívida com o Santos Laguna para se livrar do transfer ban imposto pela FIFA desde agosto. O valor atual, já com juros, é estimado em torno de R$ 40 milhões, e há tentativas de obter desconto na negociação. A direção segue trabalhando para resolver a pendência.
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