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Premiação do Carioca mostra Flamengo com quase o dobro dos rivais

Campeonato Carioca 2026 terá premiação: Flamengo recebe R$ 10 milhões fixos; rivais, R$ 6,6 milhões. Prêmio por desempenho aumenta motivação e competitividade

Evento da Ferj para o lançamento do Campeonato Carioca (Foto: Leonardo Bessa/Lance!)
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  • Flamengo terá cota fixa de 10 milhões; Fluminense, Vasco e Botafogo ficam com 6,6 milhões, e os demais participantes recebem 2 milhões.
  • Além das cotas, há premiação por desempenho: campeão recebe 10 milhões e o vice, 5 milhões; valores por fases seguintes não foram detalhados.
  • O troféu da competição passa a se chamar Taça Apolinho, em homenagem ao jornalista falecido em 2024.
  • O presidente da Ferj, Rubens Lopes, afirmou que o novo formato, com calendário mais curto, aumenta a competitividade desde as primeiras rodadas.
  • Lopes também explicou a mudança na distribuição de premiações, argumentando que a divisão igualitária anterior distorcia o cenário esportivo.

O Campeonato Carioca de 2026 terá premiação financeira para os clubes, além das cotas de participação. A cerimônia de abertura ocorreu nesta quinta-feira (8) no Jóquei Clube Brasileiro e revelou os valores promovidos pela Ferj.

O Flamengo receberá uma cota fixa de 10 milhões de reais. Fluminense, Vasco e Botafogo terão 6,6 milhões cada. Os demais participantes ficam com 2 milhões, conforme anúncio oficial.

Além das cotas, há premiação por desempenho: o campeão estadual receberá 10 milhões de reais e o vice, 5 milhões. A organização não detalhou valores para as fases intermediárias, que também definem o montante total.

Taça Apolinho

Durante o evento, foi divulgado que o troféu da competição passa a se chamar Taça Apolinho, em homenagem ao jornalista falecido em 2024. O presidente da Ferj, Rubens Lopes, destacou que o novo formato do campeonato reduz o calendário e aumenta a competitividade desde as primeiras rodadas.

Lopes explicou o modelo de distribuição financeira; segundo ele, as premiações são proporcionais aos resultados esportivos. Ele lembrou que, no passado, clubes dividiam a receita integralmente, o que gerava distorções. A atual configuração busca premiar conquistas verificáveis.

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