- A Copinha foi criada em 1969 e passou a ser torneio da categoria Sub 20 em 1981, com final tradicional no dia 25 de janeiro; originalmente organizada pela prefeitura de São Paulo, passou a ser gerida pela Federação Paulista de Futebol a partir de 1988.
- Em 1987 o então prefeito não quis organizar o evento, o que resultou na mudança de gestão para a FPF a partir do ano seguinte.
- O nível técnico tem caído a cada edição, em parte por abrir espaço a clubes chamados de “clubes de empresários” que não possuem estrutura e oferecem apenas uma vitrine, com média de apenas 1% dos jogadores convertidos em profissionais.
- Quando esses clubes enfrentam equipes mais profissionais, a diferença física e técnica fica evidente; o autor sugere que clubes profissionais usem apenas sócio-torcedores e influenciadores (Sub-20) para tornar a competição mais engajada, similar a uma Kings League tradicional.
- O torneio é visto como parte do problema do calendário do futebol brasileiro, com exemplos como o Flamengo, que não participou por causa da programação; há exceção com o São Paulo, campeão de 2025, cujos titulares passaram a atuar como profissionais um ano depois.
O Pitaco do Guffo analisa a Copinha, destacando queda na qualidade técnica ao longo dos anos. A competição foi criada em 1969 e virou torneio Sub 20 em 1981, sob a responsabilidade da prefeitura. A final tradicional ocorria em 25 de janeiro, aniversário de São Paulo.
Em 1987, o prefeito Jânio Quadros não organizou o evento, e desde 1988 a organização passou para a Federação Paulista de Futebol. A crítica central é que a Copinha abriu espaço a clubes de tratamento duvidoso, com estrutura insuficiente para revelar talentos de alto nível.
Nível técnico em queda
Com a abertura para muitos clubes, muitos considerados de empresários, a competição perdeu parte de seu brilho técnico. Estatísticas citadas indicam que apenas cerca de 1% dos jogadores da Copinha se tornam profissionais, segundo fontes citadas pelo colunista.
Essa realidade favorece clubes com menos estrutura e expõe a disparidade entre equipes com planejamento e outras de perfil promocional. Quando os times profissionais disputam a competição, a diferença física tende a ficar mais evidente.
Calendário e função formativa
A edição deste ano de 2025 teve impactos no calendário, com clubes optando por não participar por sobreposição de competições. Flamengo, por exemplo, afastou-se do torneio para evitar congestionar a agenda, conforme relatos da época.
Para o autor, não seria necessário replicar a ausência de ligas profissionais em outras categorias. Sugere-se manter base de clubes como torcedores ou influenciadores, mantendo a disputa com menor expectativa de revelação de grandes nomes.
Exemplo de exceção
O São Paulo foi campeão em 2025 e os 11 titulares da final já atuam como profissionais um ano depois, destacado pelo texto. Ainda assim, a conclusão é que a Copinha não tem, hoje, função clara de revelar talentos de forma consistente.
O artigo completo continua explorando a visão de que a Copinha, com o tempo, perdeu parte de seu propósito original como vitrine para jovens talentos, permanecendo como evento relevante do calendário, porém com limitações.
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