- A votação sobre impeachment de Julio Casares no São Paulo foi reagendada para 16 de janeiro, no Morumbi, e pode contar com participação de Douglas e Mara, que seguem no Conselho Deliberativo.
- Há sindicância em andamento, em segredo, ligada ao caso dos camarotes; os investigados permanecem no CD enquanto o processo avança.
- O Conselho de Ética informou que indicou um relator para o caso e afirmou que a sindicância é extensa, aguardando desfecho para eventual punição a ser levada ao plenário do Conselho Deliberativo.
- Em entrevista coletiva, Olten Ayres disse agir sem lado político e afirmou que as decisões visam exclusivamente o São Paulo, mantendo votações presenciais.
- Ayres explicou que a data foi alterada por mudança no embasamento regulatório, conforme o Estatuto, com necessidade de publicação de editais com oito dias de antecedência e definição de nova data.
O presidente do Conselho Deliberativo do São Paulo, Olten Ayres, informou nesta sexta-feira sobre a votação de impeachment de Julio Casares, marcada para o dia 16 de janeiro no Morumbi. Participam da discussão integrantes do Conselho, incluindo Douglas e Mara, que ainda integram o colegiado e podem participar da votação. Um processo de sindicância está em andamento, mas os envolvidos permanecem no CD até lá.
Ayres ressaltou que o tema dos camarotes serviu como gatilho para as recentes revelações, ainda que a questão apresentada por Pedro tenha relação anterior. Ele afirmou que, assim que tomou conhecimento, apresentou representação ao Conselho de Ética, que nomeou um relator para o caso.
A sindicância já está pronta e foi encaminhada ao Conselho de Ética, porém permanece em segredo. O dirigente afirmou que a apuração é densa e que as defesas dos acusados estão sendo asseguradas. Caso haja definição do Conselho de Ética, o tema será levado ao plenário do Conselho Deliberativo para a decisão final.
Em foco: camarataria e rito do impeachment
Ayres declarou atuar sem viés político, enfatizando o foco no clube. Ele informou que houve mudança no calendário da votação, com alterações no regulamento que exigem novo edital com oito dias de antecedência. O parecer também alterou a data e manteve votações presenciais, com exigência de 75% do quórum para destituição de Casares.
Segundo o presidente do Deliberativo, as decisões tomadas seguem o Estatuto do São Paulo e não violam seus dispositivos. A expectativa é de que a definição sobre o impeachment seja apresentada ao plenarinho do CD após a conclusão da sindicância e dos trâmites regimentais.
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