- Edílson Capetinha, ex-jogador do Corinthians, participa do BBB 26 no grupo camarote (famosos. )
- No segundo dia de confinamento, ele rebateu uma crítica recebida durante a apresentação: “É, vai chorar na FIFA”.
- A brincadeira gerou risadas entre os colegas que estavam na roda de conversa.
- Nos primeiros 24 horas no reality, Edílson também comentou sobre futebol e revelou ter uma tatuagem de Vampeta.
- O apelido Capetinha surgiu em 1993, após o trio de ataque com Edmundo e Evair no Palmeiras; Osmar Santos teria dado o apelido.
Edílson Capetinha, ex-jogador do Corinthians, atua no BBB 26 como participante do grupo camarote, formado apenas por famosos. Nesta terça-feira, 13 de janeiro, no segundo dia de confinamento, ele rebateu uma crítica de outro participante durante a conversa sobre futebol.
Durante a apresentação, Edílson lembrou da vitória do Corinthians sobre o Vasco no Mundial de 2000, realizada no Maracanã. Um colega questionou se houve Mundial sem Libertadores. Em resposta, o ex-atacante tratou de uma provocação bem-humorada, reforçando a rivalidade entre as competições e o discurso esportivo do momento.
Na sequência, a reação dos brothers gerou risadas e o tema futebol voltou a ganhar espaço nas conversas iniciais do reality. Edílson também abriu espaço para comentários pessoais sobre a própria carreira, mantendo o tom leve característico do programa.
Reações no BBB 26 e origem do apelido Capetinha
Ao longo das primeiras 24 horas, Edílson compartilhou detalhes da passagem pelo futebol, incluindo uma tatuagem de Vampeta, amigo de longa data e ex-colega de equipe. O jogador relatou ainda a origem do apelido Capetinha, atribuído durante o período no Palmeiras.
Segundo o relato do ex-atleta, o apelido nasceu em 1993, quando integrava o trio de ataque com Edmundo e Evair. O apelido foi difundido por Osmar Santos e acabou marcando a carreira de Edílson pelas décadas seguintes, conforme as próprias declarações do participante.
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