- O presidente do Al-Ittihad, Anmar Al Haili, afirmou que Messi rejeitou uma proposta bilionária para defender o clube saudita.
- Segundo ele, houve a oferta de 1,4 bilhão de euros em 2023, quando Messi estava saindo do Paris Saint-Germain.
- Al Haili disse ter chegado a oferecer um cheque em branco ao craque e que o dinheiro não seria obstáculo, mesmo diante da decisão da família.
- O dirigente afirmou ainda que Messi poderia escolher salário e duração do contrato, incluindo a possibilidade vitalícia.
- Apesar da recusa, ele deixou a porta aberta: o Al-Ittihad manteria o interesse em Messi no futuro.
O presidente do Al-Ittihad, Anmar Al Haili, afirmou que Lionel Messi rejeitou uma proposta bilionária para defender o clube saudita. A declaração foi publicada pelo jornal Marca, da Espanha, e aborda uma oferta feita em 2023, quando o jogador estava saindo do PSG.
Al Haili disse ainda que chegou a oferecer um cheque em branco a Messi, assegurando que ele poderia ganhar o que quisesse e assinar por tempo indeterminado ou até vitalício. Segundo o dirigente, o atacante optou por não fechar com o clube.
O dirigente destacou que o dinheiro não seria problema para atrair Messi, se o craque aceitasse. A ideia era manter as portas abertas para uma possível assinatura futura, caso o jogador mudasse de ideia.
Contexto e desdobramentos
A reportagem menciona que a proposta teria ocorrido ao fim do contrato de Messi com o PSG, em 2023. Não houve confirmação oficial das partes envolvidas, apenas as declarações de Al Haili, que também reforçou o interesse do Al-Ittihad em Messi no longo prazo.
Em nota, o Al-Ittihad não confirmou oficialmente o andamento de negociações com Messi. A entrevista ressalta o desejo do clube de manter o contato caso haja mudanças na situação contratual do atacante.
A notícia levanta perguntas sobre o interesse de clubes da região em montar elencos com nomes de alto peso internacional. Não há confirmação de negociações ativas nem de propostas em andamento neste momento.
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