- Kings World Cup é um formato à parte, com regras menos rígidas da FIFA e foco em talento, não na cidadania.
- O regulamento permite que equipes escolham atletas com vínculos mínimos, como atuar na liga local, residir no país ou ser casado com alguém da nação.
- A seleção dos Estados Unidos tem jogadores sem cidadania norte-americana, incluindo Gabriel Costa e Gustavo Gomez (ambos brasileiros), Danny Nunez (salvadorenho) e Roc Bancells (espanhol), sendo o MVP atual da liga.
- Wild Card só pode defender uma equipe durante todo o torneio, impedindo mudanças entre seleções caso o atacante seja eliminado.
- Brasil busca o bicampeonato; começou perdendo para a Espanha, mas fez três vitórias seguidas e garantiu vaga na fase eliminatória.
A Kings World Cup, comandada por Gerard Piqué, funciona fora das regras da FIFA. O torneio reúne seleções de diferentes nacionalidades, com regras de elegibilidade mais flexíveis. O passaporte vira detalhe diante de outros critérios de composição de elenco.
Segundo o regulamento, basta ter alguma ligação com o país participante. Atuar na liga local, residir por tempo determinado ou ser casado com cidadão nativo já contam. A ideia é ampliar o leque de talentos disponíveis e ampliar o apelo global.
A seleção dos Estados Unidos ilustra a lógica. O elenco inclui Gabriel Costa e Gustavo Gomez, brasileiros; Danny Nunez, salvadorenho; e Roc Bancells, espanhol, atual MVP da liga. Nenhum atleta possui cidadania norte-americana.
Gabriel Costa se destacou pelo futebol universitário e profissional nos EUA e é casado com uma americana. Outros brasileiros atuam em equipes diferentes, como Roger Guerrero na Polônia e Pablo Miura no Japão. A prática facilita a formação de elencos diversos.
Essa abertura favorece países onde o projeto está em estágio inicial, como Itália e Alemanha, dando espaço para enfrentar potências já estabelecidas. O objetivo é acelerar a globalização e manter o interesse do público, independentemente da bandeira no peito.
A única restrição rígida envolve o Wild Card: o jogador convidado pode defender uma única equipe ao longo do torneio. Assim, não há troca entre seleções caso o time eliminado precocemente. O talento, neste formato, não exige visto para atuar.
Brasil busca o bicampeonato
A Seleção Brasileira é a atual campeã (2024) e chega ao torneio com a missão de defender o título. Mesmo denominada favorita, a equipe iniciou com uma derrota para a Espanha, mas reagiu e somou três vitórias seguidas, assegurando vaga na fase eliminatória.
Lipão, o artilheiro da equipe, celebra gol histórico durante uma das partidas, destacando a força do elenco brasileiro. A imagem de comemoração durante o torneio tem ganhado repercussão nas redes e na imprensa esportiva.
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