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Impeachment de Casares: Cunha vê São Paulo como sequestrado

Marco Aurélio Cunha vê o São Paulo "sequestrado" e defende mudança de gestão durante a votação do impeachment de Casares

MAC ainda não pode voltar, mas faz parte do CD (Foto: Eduardo Carmim/Photo Premium/Gazeta Press)
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  • A votação do impeachment de Julio Casares no São Paulo está marcada para às 20h30 (de Brasília) e será em sistema híbrido.
  • O conselheiro Marco Aurélio Cunha afirmou que o clube está “asfixiado” e “sequestrado” e disse apoiar a destituição de Casares, mesmo sem poder votar no momento.
  • Se Casares for afastado, Harry Massis assume interinamente; o clube realiza eleições ainda neste ano.
  • Cunha citou nomes que vê como qualificados, como Médicis e Zé Carlos Ferreira Alves, mas ressaltou que não quer se associar a pessoas investigadas.
  • Para afastar Casares são necessários 171 votos; se houver quórum, a decisão segue para Assembleia Geral dos sócios. Caso não haja, Casares permanece no cargo e o processo é arquivado.

O impeachment do presidente do São Paulo, Julio Casares, começou a ser votado nesta terça-feira, em sessão híbrida que recebe o voto de conselheiros e sócios. A votação está marcada para começar às 20h30 (horário de Brasília) e pode seguir até as 22h30. A expectativa é definir se Casares permanece no cargo.

Antes da abertura dos trabalhos, o conselheiro Marco Aurélio Cunha afirmou que vê o clube em dificuldade, descrevendo a gestão atual como marcadamente prejudicada. Cunha, que voltou ao Conselho no fim de 2025, não pode votar pelo estatuto, mas integra o quadro e já se posicionou a favor da destituição.

Panorama da sessão e possíveis consequências

Caso haja afastamento, o substituto imediato seria Harry Massis, conforme o protocolo interno, e o clube pode entrar em um novo ciclo de eleições neste ano. Cunha também comentou sobre nomes que podem compor uma futura gestão, destacando a necessidade de afastar pessoas investigadas.

O conselheiro disse ainda que o São Paulo está “asfixiado” e que, para recuperar o clube, é preciso uma mudança de governo e pessoas qualificadas. Ele citou Médicis e Zé Carlos Ferreira Alves como exemplos de nomes com experiência, mas ressaltou que não é o momento de discutir protagonismo político dentro do clube.

Como funciona a votação

O processo ocorre em sistema híbrido, com avaliação de votos entre conselheiros e participação de sócios em eventual Assembleia Geral. Serão necessários 171 votos para afastar Casares. Caso não haja quórum suficiente, Casares permanece no cargo e o caso é arquivado.

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