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Harry Massis assume comando do São Paulo durante afastamento de Casares

Harry Massis assume a presidência interina do São Paulo durante o afastamento de Julio Casares, com prazo de trinta dias para Assembleia que pode destituir Casares

Harry Massis assume poder do São Paulo (Foto: Eduardo Carmim/Photo Premium/Gazeta Press)
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  • Harry Massis, vice-presidente do São Paulo, assume o poder durante o afastamento de Julio Casares, após votação do Conselho Deliberativo na sexta-feira, dezesseis de janeiro.
  • Massis tem oitenta anos e ocupa o cargo de vice-presidente desde dois mil e vinte e um; soma sessenta e um anos de relação com o clube, iniciada como sócio.
  • O histórico de Massis no Tricolor inclui diretor-adjunto de futebol entre dois mil e um e dois, além de atuação como diretor-adjunto administrativo nas campanhas mundiais de noventa e dois e noventa e três.
  • Até então, participava do grupo político “Vanguarda”, que integrou a Coalizão que apoiava Casares; o grupo se separou dias antes da votação, e Massis já declarou que votaria pela destituição do mandato.
  • Com o afastamento, há um prazo de trinta dias para convocação de Assembleia Geral entre os sócios; basta maioria simples para destituir Casares, e, se o impeachment ocorrer, Massis segue no cargo até o fim do ano.

Harry Massis, vice-presidente do São Paulo, assume o comando do clube durante o afastamento de Julio Casares. A mudança ocorre após votação do Conselho Deliberativo nesta sexta-feira, 16, em meio a um processo de impeachment em tramitação.

Casares foi afastado do cargo após o pleito no conselho, que autorizou a afastamento temporário. Massis permanece no poder por 30 dias, prazo que permite a convocação de Assembleia Geral dos sócios para deliberar sobre o futuro da presidência.

Massis tem 80 anos e ocupa a vice-presidência desde 2021, quando integrou a primeira gestão de Casares. Sua relação com o clube se estende por 61 anos, iniciada ainda como sócio.

Historicamente, Massis atuou em diferentes funções políticas no Tricolor. Entre 2001 e 2002, ocupou a diretoria-adjunta de futebol e acompanhou o início da trajetória de Kaká na campanha do título Rio-São Paulo de 2001. Nos Mundiais de 1992 e 1993, foi diretor-adjunto administrativo e integrou a delegação nas conquistas internacionais.

Até então ligado ao grupo político Vanguarda, que integrava a Coalizão apoiando Casares, Massis já havia declarado que votaria a favor da destituição do mandatário. O afastamento político ocorreu dias antes da votação que levou à medida.

Além do futebol, Massis atua como empresário. É responsável pelo Hotel Massis, em São Paulo, e comanda outros negócios nos setores de garagens e estacionamentos.

Durante o regime de afastamento, permanece em atividade no cargo. A partir de agora, há a necessidade de maioria simples para aprovar a destituição definitiva de Casares na eventual Assembleia Geral. Se o impeachment for confirmado, o mandato de Casares pode terminar no fim deste ano. Fonte: Lance.

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