- Senegal conquistou o bicampeonato da Copa Africana de Nações ao vencer o anfitrião Marrocos na final polêmica.
- A decisão ficou marcada por um pênalti nos acréscimos para Marrocos e pela ameaça de abandono de campo dos senegaleses.
- Brahim Díaz, do Real Madrid, desperdiçou o pênalti nos acréscimos, impedindo que o título fosse para Marrocos.
- Jornais espanhóis destacaram a vitória com termos como “Senegalazo”, “surrealista” e “loucura”.
- O episódio teve ainda contestação após um gol anulado de Seck em Hakimi, antes do pênalti decisivo.
A Copa Africana de Nações teve uma final marcada por polêmica entre Senegal e Marrocos, com o anfitrião perdendo a decisão nos acréscimos e a equipe senegalesa enfrentando protestos. O pênalti marcado para Marrocos nos instantes finais foi defendido como decisivo, mas gerou alterações de rumo no jogo.
Senegal chegou a sair do campo após a marcação, mas Sadio Mané pediu que os companheiros voltassem ao gramado. Minutos depois, Brahim Díaz, que sofreu a penalidade, tentou uma cobrança de cavadinha no meio do gol e foi defendido pelo goleiro. O árbitro encerrou a partida em seguida.
A imprensa europeia destacou a derrota marroquina com termos como surreal, loucura e Senegalazo, refletindo a comoção criada pelo episódio. Em paralelo, o jogo teve um gol senegalês anulado por falta dentro da área, o que alimentou as reclamações da equipe visitante antes da penalidade marcada no final.
O duelo aconteceu na casa de Marrocos, com o Senegal sagrando-se bicampeão do torneio. A final foi marcada pela tensão entre as equipes e pelas falas de clubes e torcedores que contestaram a decisão de marcar o pênalti nos acréscimos, intensificando o entrevero no estádio.
Detalhes da decisão
- O lance polêmico ocorreu nos acréscimos do tempo regulamentar.
- A cobrança de Díaz terminou com defesa do goleiro marroquino e o final do jogo.
- Jornais europeus repercutiram a vitória senegalesa com diferentes adjetivos, reforçando a sensação de surpresa em torno do desfecho.
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