- A coluna de Gustavo Fogaça analisa que Rivaldo foi muito criticado na época e compara esse discurso ao que surge hoje sobre Rodrygo.
- Aponta semelhanças entre os jogadores em movimentação, inteligência e técnica, mesmo com diferenças físicas, destacando que ambos vestem a camisa 10 da seleção.
- Rivaldo era multifuncional; Rodrygo pode atuar pelo meio, pela esquerda ou pela direita, com Carletto abrindo espaço para ele e Vinícius Júnior atuarem juntos.
- Depoimentos de Bellingham e elogios de Neymar, Ancelotti, Guardiola e Fernando Diniz contrastam com a recepção negativa de parte da imprensa e torcedores.
- Pergunta se Rodrygo é o Rivaldo desta geração e se pode ajudar a levar o Hexa, mantendo o tom de análise e sem concluir; leitura recomendada de outras colunas.
Rodrygo tem sido tema de debate após ser comparado a Rivaldo, com defensores afirmando que o atacante brasileiro apresenta similares técnicos e movimentação, ainda que haja diferenças físicas. A análise foi publicada na coluna Pitaco do Guffo, no Lance!.
O texto ressalta que Rivaldo enfrentou críticas pesadas entre 1996 e 2002, mesmo quando brilhava pelo Palmeiras e Barcelona. Segundo o autor, hoje o mesmo tipo de percepção acompanha Rodrygo entre jornalistas e torcedores.
Apesar de diferenças de porte físico, o artigo compara a leitura de jogo, a habilidade com a bola e a qualidade técnica dos dois jogadores. Também destaca que ambos vestem a camisa 10 da Seleção, elevando a discussão sobre o papel central no time.
Quanto ao Real Madrid, o colunista lembra o contexto de Rodrygo ao lado de Vinícius Júnior. O técnico Carlo Ancelotti teria optado por alternar os dois na ponta esquerda, com Rodrygo explorando o jogo pelo meio ou pela direita, mantendo a condução e a finalização como pontos fortes.
O texto reforça ainda que o reconhecimento de Rodrygo por parte de técnicos é claro, contrastando com críticas entre imprensa e torcedores. O autor sugere que as avaliações negativas não se justificam, citando o histórico de Rivaldo.
Por fim, a coluna levanta a pergunta se Rodrygo pode, de fato, alcançar um impacto tão relevante quanto Rivaldo teve em Copas do Mundo. O tom é de expectativa, sem concluir, apenas descrevendo a comparação e o potencial do jogador.
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