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Textor acompanha presidente do Botafogo em auditoria sobre aporte

Textor viaja com o presidente do Botafogo para auditoria de aporte de até US$ 50 milhões; avaliação determina viabilidade do financiamento e riscos envolvidos

John Textor é o dono da SAF do Botafogo (Foto: Dhavid Normando/Código 19/Gazeta Press)
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  • John Textor viajou com o presidente do Botafogo, João Paulo Magalhães, para São Paulo para auditoria em banco parceiro, com avaliação de aporte de capital.
  • A reunião ocorreu após cobrança durante o jogo contra o Cruzeiro, vencido pelo Botafogo por quatro a zero no Nilton Santos.
  • A análise mira a origem de recursos sinalizados por Textor, incluindo possível empréstimo de cinquenta milhões de dólares da GDA Luma (fundo de recuperação de ativos).
  • Também está em estudo a possibilidade de o próprio Textor aportar recursos, com avaliação de riscos e condições contratuais.
  • Houve resistência interna: o CEO Thairo Arruda rejeitou a primeira proposta da GDA Luma, apontando riscos como juros altos e garantias de venda de ativos.

O dono da SAF do Botafogo, John Textor, acompanha o presidente do clube, João Paulo Magalhães, em uma série de reuniões para tratar de um possível aporte de capital. O objetivo é acalmar a crise financeira que afeta a gestão do clube, com decisões ainda em andamento.

Horas antes de a equipe enfrentar o Cruzeiro, o clima entre Textor e a diretoria tornou-se mais tenso. O empresário sinalizou a possibilidade de aporte via uma empresa parceira, para quitar débitos relacionados ao transfer ban com o Atlanta United, com recursos próprios caso necessário.

Nesta sexta-feira (30), Textor viajou a São Paulo com Magalhães para a realização de auditoria em um banco parceiro. A investida envolve estudo do repasse de cerca de 50 milhões de dólares, envolvendo a GDA Luma Capital como possível credor público.

Auditoria e possibilidades de aporte

O análisis inicial prevê a verificação da origem dos recursos e avaliação de garantias contratuais. Caso a auditoria confirme viabilidade, o Conselho de Administração da SAF deve aprovar o desembolso e o Botafogo poderá receber a verba.

Entretanto, houve resistência interna: o CEO Thairo Arruda recusou a assinatura do contrato com a GDA Luma, apontando riscos como juros elevados e garantias de venda de ativos. A negativa gera incerteza sobre a continuidade do plano de aporte.

Caminho seguinte e desdobramentos

A conclusão da auditoria deve indicar se as opções de Textor são viáveis e quais condições seriam impostas. O desfecho pode definir a permanência ou possível mudança na gestão do clube, respeitando os critérios financeiros e contratuais apurados.

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