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CBF testa impedimento semiautomático no Maracanã com iPhones 17 Pro

CBF testa impedimento semiautomático no Maracanã com 28 iPhones 17 Pro, gerando réplica digital da partida em tempo real para a Série A

Krakow, Poland - November 6, 2025. Close-up editorial image shows a hand holding the latest Apple iPhone 17 Pro Max in Cosmic Orange, against a black background, highlighting the phone’s unique colour and camera design. The shot captures current consumer technology trends and the distinct design choices of Apple devices. This editorial photo is suitable for articles, reviews, and technology news related to smartphones, Apple products, or mobile innovation. (Getty Images)
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  • A Confederação Brasileira de Futebol iniciou os testes do sistema de impedimento semiautomático no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, com equipamentos da empresa Genius.
  • O conjunto utiliza doze suportes ao redor do estádio para acomodar vinte e oito aparelhos, todos conectados à internet para processar dados em tempo real.
  • As câmeras capturam o jogo em 4K a cem quadros por segundo, alimentando o software que gera uma réplica digital tridimensional da partida.
  • O sistema será testado inicialmente na Série A do Brasileirão, com expansão prevista para outros estádios estratégicos do país.
  • Entre os próximos estádios a receber a tecnologia estão Nilton Santos, Arena MRV, Mineirão e Mangueirão, seguindo a padronização tecnológica com dispositivos amplamente comerciais.

A Confederação Brasileira de Futebol iniciou nesta semana os testes do sistema de impedimento semiautomático (SAOT) no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, com equipamentos da empresa Genius. A tecnologia visa facilitar a análise de lances de impedimento, já utilizada em competições internacionais.

Segundo imagens divulgadas pela CBF, foram instalados 12 suportes ao redor do Maracanã para acomodar 28 aparelhos. Todos estão conectados à internet para processar dados em tempo real, com as câmeras capturando o jogo de diferentes ângulos para alimentar o sistema.

O SAOT funciona com gravações em 4K a 100 quadros por segundo, permitindo a criação de uma réplica digital tridimensional da partida. Esse recurso facilita a avaliação de lances de impedimento pela arbitragem, reduzindo ambiguidades históricas.

A CBF prevê que o sistema seja utilizado inicialmente na Série A do Brasileirão, com expansão gradual para outros estádios estratégicos do país. Entre os próximos a receber a tecnologia estão Nilton Santos, Arena MRV, Mineirão e Mangueirão.

H3 Padronização tecnológica no futebol

A adoção de smartphones como base do SAOT evidencia uma tendência de padronização tecnológica no futebol. Dispositivos amplamente disponíveis substituem soluções proprietárias mais caras, consolidando o uso de hardware comercial.

No caso brasileiro, a escolha recaiu sobre aparelhos da Apple, com modelos como o iPhone 17 Pro e o 17 Pro Max. Esses dispositivos podem ter armazenamento a partir de 256 GB e custos acima de R$ 10 mil no varejo, sinalizando investimento significativo na infraestrutura.

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