- A Confederação Brasileira de Futebol iniciou os testes do sistema de impedimento semiautomático no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, com equipamentos da empresa Genius.
- O conjunto utiliza doze suportes ao redor do estádio para acomodar vinte e oito aparelhos, todos conectados à internet para processar dados em tempo real.
- As câmeras capturam o jogo em 4K a cem quadros por segundo, alimentando o software que gera uma réplica digital tridimensional da partida.
- O sistema será testado inicialmente na Série A do Brasileirão, com expansão prevista para outros estádios estratégicos do país.
- Entre os próximos estádios a receber a tecnologia estão Nilton Santos, Arena MRV, Mineirão e Mangueirão, seguindo a padronização tecnológica com dispositivos amplamente comerciais.
A Confederação Brasileira de Futebol iniciou nesta semana os testes do sistema de impedimento semiautomático (SAOT) no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, com equipamentos da empresa Genius. A tecnologia visa facilitar a análise de lances de impedimento, já utilizada em competições internacionais.
Segundo imagens divulgadas pela CBF, foram instalados 12 suportes ao redor do Maracanã para acomodar 28 aparelhos. Todos estão conectados à internet para processar dados em tempo real, com as câmeras capturando o jogo de diferentes ângulos para alimentar o sistema.
O SAOT funciona com gravações em 4K a 100 quadros por segundo, permitindo a criação de uma réplica digital tridimensional da partida. Esse recurso facilita a avaliação de lances de impedimento pela arbitragem, reduzindo ambiguidades históricas.
A CBF prevê que o sistema seja utilizado inicialmente na Série A do Brasileirão, com expansão gradual para outros estádios estratégicos do país. Entre os próximos a receber a tecnologia estão Nilton Santos, Arena MRV, Mineirão e Mangueirão.
H3 Padronização tecnológica no futebol
A adoção de smartphones como base do SAOT evidencia uma tendência de padronização tecnológica no futebol. Dispositivos amplamente disponíveis substituem soluções proprietárias mais caras, consolidando o uso de hardware comercial.
No caso brasileiro, a escolha recaiu sobre aparelhos da Apple, com modelos como o iPhone 17 Pro e o 17 Pro Max. Esses dispositivos podem ter armazenamento a partir de 256 GB e custos acima de R$ 10 mil no varejo, sinalizando investimento significativo na infraestrutura.
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