- Cristiano Ronaldo pode deixar o Al-Nassr em junho, próximo de completar 41 anos, e mira MLS ou retorno à Europa; há uma cláusula de rescisão de 50 milhões de euros no contrato.
- A insatisfação do atacante está ligada ao tratamento recebido do Fundo Público da Arábia Saudita (PIF), controlador dos quatro maiores clubes sauditas.
- Nos bastidores, há movimentos recentes: Karim Benzema deixou o Al-Ittihad para o Al-Hilal, Georges Ilenikhena foi apresentado pelo Al-Ittihad e o Al-Nassr contratou Abdulkareem.
- Ronaldo acredita que o PIF dificulta contratações no Al-Nassr para atrapalhar a conquista do título nacional, mas o time está a apenas um ponto do líder Al-Hilal.
- O jogador atua como embaixador da Copa do Mundo de 2034, a ser disputada na Arábia Saudita, e, em protesto, não atuou contra o Al-Riyadh em recente jogo.
Cristiano Ronaldo pode deixar o Al-Nassr ao fim da temporada, aos 41 anos. De acordo com o jornal Record, o atacante estuda novas opções, entre MLS nos EUA e retorno à Europa, caso não haja ajuste que o agrade no clube.
A insatisfação de CR7 está ligada ao que ele entende ter tratamento desfavorável por parte do Fundo Público da Arábia Saudita (PIF). O PIF controla os quatro grandes clubes sauditos, incluindo Al-Nassr, Al-Hilal, Al-Ittihad e Al-Ahli.
O contrato do atleta tem uma cláusula de rescisão avaliada em 50 milhões de euros. No cenário recente, transfertas no país geraram descontentamento entre jogadores da elite local, alimentando rumores sobre saídas.
Contexto esportivo no reino mostra movimentação: Benzema deixou o Al-Ittihad para o Al-Hilal, e o Al-Ittihad anunciou Georges Ilenikhena como substituto de Benzema. O Al-Nassr, por sua vez, manteve apenas Abdulkareem, vindo do Al-Zawraa.
Segundo informações publicadas, Ronaldo acredita que o PIF dificulta contratações para frear a conquista do título nacional pelo Al-Nassr. O time, no entanto, está a apenas um ponto do líder Al-Hilal na tabela.
Além do aspecto esportivo, o atacante atua como embaixador da Copa do Mundo de 2034, que será realizada na Arábia Saudita. Essa função é vista como parte da valorização do futebol local e da projeção internacional do país.
Como forma de protesto, Ronaldo não atuou contra o Al-Riyadh, na derrota por 1×0 do Al-Nassr. A ausência foi interpretada como descontentamento com a gestão do PIF e com as escolhas do clube.
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