- Gerard Piqué garantiu 63 milhões de dólares para a Kings League ao fechar parceria com Alignment Growth, investidor em mídia e entretenimento.
- O financiamento mira diversificar e expandir a liga de futebol de sete contra sete globalmente, incluindo os Estados Unidos, elevando o total captado pela Kings League a mais de 160 milhões de dólares desde 2023.
- A Kings League tem sete competições regionais masculinas, duas femininas da Queens League e um torneio da Copa do Mundo, com jogos exibidos gratuitamente em plataformas como YouTube, Twitch, TikTok e Kick.
- A liga é voltada para dispositivos móveis, com partidas curtas e regras flexíveis, buscando atender ao modo como a Geração Z consome entretenimento e esportes.
- A ideia não é competir com o futebol tradicional, e sim criar um negócio esportivo paralelo, com propriedade do formato e das regras, após críticas de tradicionais do futebol.
A Kings League, projeto do ex-jogador Gerard Piqué, captou US$ 63 milhões em uma parceria com Alignment Growth. O objetivo é ampliar a liga de futebol de sete contra sete, sediada em Barcelona, pelo mundo, incluindo os Estados Unidos.
O financiamento eleva o total levantado pela Kings League desde 2023 para mais de US$ 160 milhões. Hoje a empresa opera sete ligas regionais masculinas, duas femininas da Queens League e um torneio da Copa do Mundo, com jogos transmitidos ao vivo.
A Kings League aposta em formatos digitais, com partidas curtas e regras flexíveis. As partidas são exibidas gratuitamente em plataformas como YouTube, Twitch, TikTok e Kick, buscando atrair a Geração Z.
A parceria com Alignment Growth, grupo de capital de risco sediado em Nova York, é voltada a diversificar receitas e expandir a presença global da liga. A operação terá foco em mercados emergentes e norte-americanos.
A Kings League já tem projetos nos diversos continentes, com competições na Espanha, Brasil, França, Alemanha, Itália, México, Oriente Médio e Norte da África. A estratégia envolve conteúdo e patrocínios para sustentar o modelo.
Piqué afirma que o objetivo não é substituir o futebol tradicional, mas criar um negócio esportivo paralelo, nativo digital, alinhado ao consumo atual dos fãs. A ideia é atender à forma como a audiência consome entretenimento hoje.
O modelo da Kings League tem enfrentado críticas de tradicionais do esporte, que questionam se o formato é realmente futebol. O empresário argumenta que o foco é um conceito novo, voltado à audiência da Geração Z.
Histórico do fundador mostra tentativas anteriores de reformular modalidades esportivas. A Kings League busca evitar limitações de propriedade intelectual e regras por meio de controle direto do formato e do produto.
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