- A premiação da Supercopa pelo título sobre o Flamengo é de R$ 11,55 milhões, mas o valor líquido depende de impostos cobrados pela CBF.
- Parte do dinheiro pode ser retido pela Caixa Econômica Federal, conforme cláusula contratual de 2022, mantida em uma “conta de segurança”.
- O Timão ainda não recebeu sinalização da Caixa sobre eventual retenção na premiação, enquanto a dívida total do clube gira em torno de R$ 2,8 bilhões.
- Corinthians e Talleres trabalham para chegar a um acordo para quitar dívida relacionada ao meia Rodrigo Garro, com o CAS ainda sem decisão.
- O impasse financeiro com a Argentina e a eventual penalidade de transfer ban dependem do andamento do CAS e da conclusão do acordo com a Talleres.
O Corinthians ainda não sabe o valor exato que receberá pela vitória na Supercopa do Brasil sobre o Flamengo. A CBF informou oficialmente um prêmio de 11,55 milhões de reais, mas o montante líquido será menor devido aos impostos. O clube não recebeu sinalização da Caixa Econômica Federal sobre retenções na premiação.
A possibilidade de retenção pela Caixa envolve uma “conta de segurança” prevista em contrato, assinado na gestão de Duilio Monteiro Alves em 2022. A instituição pode reter parte das receitas do Corinthians, inclusive em situações como venda de jogador. Até o momento, não houve orientação formal sobre qualquer retenção específica da premiação da Supercopa.
O Timão atravessa uma fase financeira delicada, com dívida estimada em cerca de 2,8 bilhões de reais, incluindo débitos da Neo Química Arena. O clube pretende usar o valor da Supercopa para avançar em acordo com o Talleres, da Argentina, para evitar novo transfer ban. O caso envolve dívida relacionada à aquisição do meia Rodrigo Garro e tramita no CAS, ainda sem decisão.
Há impasse sobre o valor real da dívida ao Talleres, principalmente quanto aos impostos cobrados pelos argentinos. A divergência também atrasou a estreia de Garro no clube paulista. Enquanto isso, Corinthians e Talleres seguem negociações nos bastidores para chegar a um acordo.
Caso o CAS determine que o Corinthians não honrou compromissos, há risco de novo transfer ban, conforme histórico recente envolvendo outros casos. O tema, porém, permanece em avaliação na Corte Arbitral do Esporte, sem definição publicada até o momento.
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