- Barcelona informou neste sábado que deixou oficialmente o projeto da Superliga Europeia e notificou a empresa criada para promovê-lo.
- A iniciativa, lançada em 2021, contou com Barcelona e Real Madrid entre os clubes fundadores, além de outros gigantes do futebol europeu.
- O objetivo era criar uma competição de elite na Europa sem sistema de acesso e descenso, com participação apenas por convite.
- O projeto foi amplamente criticado e suspenso em 48 horas; desde então muitos clubes abandonaram a ideia, restando pouca participação de Barcelona e Real Madrid.
- A Uefa se posicionou contra a Superliga, o que levou a mudanças no formato da Champions League.
O Barcelona anunciou neste sábado a saída oficial do projeto da Superliga Europeia, mantendo apenas o Real Madrid entre os defensores originais. O clube informou que notificou a empresa criada para viabilizar a competição e os demais clubes envolvidos, sem detalhar motivos.
A iniciativa surgiu em 2021, durante a pandemia de Covid-19, com 12 clubes fundadores, entre eles Barça, Real Madrid, Atlético de Madrid, Arsenal, Chelsea, Liverpool, Manchester United, Manchester City, Tottenham, Inter de Milão, Milan e Juventus. O objetivo era criar uma competição fechada entre equipes de elite da Europa.
O modelo sem acesso ou descenso gerou críticas de torcedores, imprensa e outros clubes, levando à suspensão do projeto em menos de 48 horas. Nos anos seguintes, poucos formatos foram aventados e a maioria dos clubes abandonou a ideia, com Real Madrid e Barcelona ainda próximos de manter a proposta até hoje.
Contexto da Superliga Europeia
A UEFA se posicionou contrária à iniciativa e ameaçou sanções aos clubes participantes. Isso contribuiu para as mudanças no calendário europeu, como alterações na Champions League. O Barcelona, no entanto, não detalhou os motivos da saída e disse apenas ter informado a empresa organizadora.
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