Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

São Paulo avalia romper contrato com empresa de limpeza investigada

São Paulo analisa romper contrato com Milclean após suspeitas de irregularidades e descumprimento do contingente, em meio a revisões e apuração

Sob nova gestão, São Paulo revisa contratos.
0:00
Carregando...
0:00
  • São Paulo analisa rescindir o contrato com a Milclean, empresa de limpeza ligada ao clube, devido a irregularidades apontadas no cumprimento do contingente mínimo de funcionários.
  • O acordo prevê o pagamento de R$ 6,8 milhões por ano e vale até 2027.
  • A pressão interna aumentou após a divulgação de irregularidades pelo Estadão, com conselheiros e a gestão de Harry Massis revisando contratos.
  • A Milclean afirma não ter sido notificada oficialmente e afirma ter vencido concorrência de 2024; afirma que Reinaldo Carneiro Bastos não tem mais relação com a empresa desde 2021 e que houve investimento em tecnologia para cumprir metas.
  • O São Paulo contratou a consultoria FTI Consulting e o escritório Machado Meyer Advogados para condução de investigação independente sobre as denúncias, enquanto a Polícia Civil avalia abrir apuração sobre o tema.

O São Paulo analisa rescindir o contrato com a Milclean, empresa de limpeza ligada ao Tricolor, após sinais de irregularidades. A decisão ocorre em meio a denúncias de não cumprimento do contingente mínimo de funcionários previsto no acordo, conforme apuração.

O vínculo foi firmado em 2024, durante a gestão de Julio Casares. O contrato prevê 96 funcionários diários de segunda a sábado e 95 aos domingos e feriados, para manter a limpeza do clube. Em dezembro, esse quadro não foi atingido em nenhum dia.

A Milclean afirma que não recebeu notificação de rescisão e que diversos contratos estão em revisão. O São Paulo confirmou que analisa contratos em andamento e que a revisão envolve várias parcerias, com medidas para melhorar a governança.

O valor do contrato com a Milclean é de cerca de R$ 6,8 milhões por ano. A empresa diz não ter relação com a Milclean desde 2021, enfatizando que Reinaldo Carneiro Bastos não atua mais nela, e que o sócio atual é Otávio Alves Corrêa Filho.

Conforme apurações, conselheiros pressionaram pela rescisão após o Estadão divulgar o tema em janeiro. Harry Massis, que assumiu a presidência, ordenou reavaliação de contratos, chegando a paralisação de parcerias, como a com a FGOAL.

Para acompanhar a investigação, o clube contratou a consultoria FTI Consulting e o escritório Machado Meyer Advogados. O objetivo é conduzir uma apuração independente sobre supostas falhas de integridade no São Paulo.

Contexto institucional e mudanças

O São Paulo passou a revisar todos os contratos atuais, buscando maior governança. A Milclean ingressou originalmente no clube em 2024, com foco em serviços de facilities. A fabricante de soluções comentou sobre o caso e o histórico de atuação.

A Milclean diz ter participado de concorrência, defendendo que venceu com proposta técnica e financeira, e que a saída de Bastos não a envolve. A empresa alega investimentos realizados para cumprir padrões de qualidade, sem repasse financeiro ao SPFC.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais