- Cristiano Ronaldo voltou a ser relacionado e viajou com o Al-Nassr para o duelo contra o Al-Fateh, encerrando duas semanas de greve.
- A última atuação dele foi em 30 de janeiro contra o Al-Kholood; ele ficou de fora de três jogos, incluindo a partida contra Arkadag pela Liga dos Campeões da Ásia.
- A greve teve como motivações divergências com o Fundo de Investimento Público (PIF) e questões de gestão, com salários de funcionários mencionados entre os atrasos.
- A Liga Profissional Saudita afirmou que cada clube funciona de forma independente e que nenhum jogador está acima dos clubes.
- Ronaldo tem contrato com o Al-Nassr até junho de 2027, com cláusula de rescisão de 50 milhões de euros, e há rumores de saída para a MLS ou retorno à Europa.
Cristiano Ronaldo voltará a atuar pelo Al-Nassr neste sábado, após ficar duas semanas afastado por divergências com a liga saudita e com o clube. O atacante foi relacionado e viaja para enfrentar o Al-Fateh, encerrando uma fase de greve anunciada pelo jogador.
A ausência abrangeu os duelos contra Al-Ittihad e Al-Riyadh, pelas últimas rodadas do Campeonato Saudita. A decisão de ficar afastado foi atribuída pela imprensa portuguesa e saudita a choques com o Fundo de Investimento Público, que comanda parte das contratações no país.
Ronaldo não disputou a partida contra o Al-Kholood, em 30 de janeiro, e também ficou fora da partida diante do Arkadag, pela Liga dos Campeões da AFC. No período, cirurgias internas e ajustes de elenco foram apontados como fatores adicionais do impasse.
Motivações e repercussões
Segundo a imprensa, a ruptura envolve a gestão do Al-Nassr e a atuação do PIF, com críticas à priorização de outras equipes geridas pelo próprio jogador, como o Al-Hilal, que confirmou a contratação de Benzema.
Um dos estopins da greve seria o atraso no pagamento de salários a funcionários do clube, conforme notícia veiculada pelo jornal A Bola. O atraso teria contribuído para o protesto de CR7, além das controvérsias ligadas aos investimentos no elenco.
A Liga Profissional Saudita divulgou nota respondendo ao afastamento, destacando que nenhum jogador está acima dos clubes. A entidade reforçou a autonomia administrativa e esportiva das equipes, mesmo com o PIF exercendo gestão financeira de quatro clubes.
O caso alimentou especulações sobre o futuro do atleta, com rumores de possível saída para a MLS ou retorno ao futebol europeu, embora o contrato com o Al-Nassr siga válido até junho de 2027, com cláusula de rescisão estimada em 50 milhões de euros.
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