- Magno Mocelin, nascido em 26 de fevereiro de 1974, começou no Flamengo e integrou a final do Mundial Interclubes de 1995.
- A partir de 1996, manteve boa parte da carreira na Europa, atuando por Groningen (Holanda), Deportivo Alavés (Espanha), De Graafschap (Holanda) e clubes em Chipre.
- No Groningen teve 19 gols em 48 jogos, o que abriu portas para o salto ao Alavés, onde ficou por seis temporadas e teve papel central no elenco.
- O ponto alto veio na final da Copa da UEFA de 2001, contra o Liverpool, marcada pela derrota de o Alavés por 5 a 4 na prorrogação; Magno foi expulso durante a partida.
- Ao todo, disputou 368 jogos oficiais e anotou 68 gols, com mais de 200 partidas pelo Alavés, antes de encerrar a carreira em 2009 e seguir como treinador/consultor técnico.
Magno Mocelin, ex-atacante do Flamengo, chega aos 51 anos mantendo atuação ligada ao futebol, mas longe dos holofotes da elite. Sua vida atual é voltada a formação e orientação de jogadores.
A trajetória do jogador mescla Brasil e Europa, com destaque para a final do Mundial Interclubes de 1995 e para o auge europeu na década de 2000. A memória italiana de sua passagem pelo Alavés permaneceu histórica.
A partir de 1996, Magno consolidou a carreira no exterior, atuando em clubes da Holanda, Espanha e Chipre, com grande destaque no futebol espanhol.
Por onde anda Magno?
Hoje, Magno vive longe das competições de alto nível e atua como treinador, consultor técnico e formador de atletas, consolidando 16 anos de experiência no cenário internacional.
Entre os clubes creditados ao longo de 15 anos estão Flamengo, Grêmio, Groningen, Deportivo Alavés, De Graafschap, Omonia e AEK Larnaca.
Ao longo da carreira, somou 368 jogos oficiais e 68 gols, com mais de 200 partidas pelo Alavés, marca que o tornou figura relevante na história do clube.
Atualmente, mantém-se ativo nas redes, especialmente no Instagram, compartilhando conteúdos sobre futebol, formação de jovens e bastidores da carreira.
Sua história ilustra o caminho de muitos jogadores brasileiros que alcançam identidade sólida fora do país, contribuindo para a memória de clubes europeus e de gerações no continente.
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