- Ministérios do Esporte e da Igualdade Racial divulgaram nota de solidariedade a Vini Jr. e disseram que acompanharão a investigação da UEFA (União das Associações Europeias de Futebol).
- O episódio ocorreu durante Real Madrid x Benfica, pela Champions League, com Vini Jr. relatando ofensa racista de Gianluca Prestianni ao árbitro François Letexier.
- A partida foi interrompida por dez minutos após o protocolo antirracismo; Prestianni não foi punido, pois cobriu a boca com a camiseta ao falar com Vini Jr.
- Mbappé, a Confederação Brasileira de Futebol e outros apoiaram Vini Jr.; o Benfica afirmou que os companheiros não estavam próximos o bastante para ouvir as ofensas.
- O presidente da Fifa, Gianni Infantino, lamentou o incidente, afirmando que não há espaço para racismo no esporte.
Os Ministérios do Esporte e da Igualdade Racial divulgaram uma nota nesta quarta-feira, 18, manifestando solidariedade ao jogador Vinícius Júnior após o episódio de racismo ocorrida durante uma partida da Champions League entre Real Madrid e Benfica. O incidente aconteceu na véspera do jogo, com o atleta brasileiro relatando ofensa racial ao árbitro.
Segundo o comunicado, as pastas acompanharão os desdobramentos da investigação aberta pela UEFA e aguardam medidas firmes para responsabilizar os envolvidos e evitar novas ocorrências. O texto reforça que manifestações racistas são inaceitáveis em ambientes esportivos e que o racismo viola direitos humanos.
A partida foi interrompida por 10 minutos após o acionamento do protocolo antirracismo da FIFA. O brasileiro afirmou ter ouvido o ataque de Gianluca Prestianni, atacante argentino do Benfica, que nega as acusações. Prestianni não recebeu punição, pois cobriu a boca com a camiseta ao se dirigir a Vinícius, dificultando leitura labial pelo VAR.
O comunicado também cita que a FIFA e a UEFA devem apurar os fatos com cautela, buscando responsabilizar os envolvidos. A Confederação Brasileira de Futebol e outras personalidades emitiram notas de apoio a Vinícius Júnior, incluindo mensagens de jogador Kylian Mbappé, que disse ter ouvido as ofensas.
Em resposta, o Benfica divulgou que seus jogadores não estavam próximos o bastante para ouvir o que teria sido dito pelo atleta rival. O presidente da FIFA, Gianni Infantino, reforçou que não há espaço para o racismo no esporte e na sociedade, cobrando providências das partes envolvidas.
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