- O Botafogo demitiu Cláudio Caçapa, auxiliar permanente da comissão técnica, nesta sexta-feira, como parte da reestruturação da SAF.
- Além do futebol, houve demissões na área corporativa, com mais de trinta desligamentos no Estádio Nilton Santos, incluindo setores jurídico, financeiro, RH e sócio-torcedor.
- Profissionais das categorias de base e do futebol feminino também foram comunicados sobre rescisões de contrato na quinta-feira.
- Raphael Rezende, coordenador de scout e um dos primeiros contratados pela SAF, deixou o projeto.
- A direção indica novas demissões nos próximos dias para reduzir a folha salarial e concentrar investimentos no departamento de futebol, em meio a um 2026 de ajustes após empréstimo de empresas parceiras para resolver questões de transfer ban.
A SAF do Botafogo promoveu demissões em massa, atingindo também o futebol. Nesta sexta-feira (20), Cláudio Caçapa foi desligado do clube durante o processo de reestruturação e cortes de gastos. A medida faz parte de um movimento para reduzir a folha salarial.
Ao todo, mais de 30 funcionários da área corporativa do Estádio Nilton Santos foram desligados na semana. Os cortes abrangeram setores como jurídico, financeiro, RH e área de sócio-torcedor, entre outros.
Na quinta-feira (19), os cortes chegaram ao departamento de futebol. Profissionais das categorias de base e do futebol feminino foram informados sobre as rescisões. Raphael Rezende, coordenador de scout, também deixou o projeto da SAF.
Desdobramentos na área administrativa e no futebol
A direção do Botafogo sinaliza que novas demissões podem ocorrer nos próximos dias. A tendência é reduzir a folha para concentrar investimentos no departamento de futebol, segundo apuração do Lance!.
A diretoria já havia indicado, para 2026, a necessidade de reduzir o orçamento do elenco. Em 2024 e 2025 o grupo teve uma das folhas salariais mais altas do país, com problemas recentes de atraso em direito de imagem e FGTS.
Contexto financeiro e parcerias
Em fevereiro, o clube recorreu a empréstimos de empresas parceiras de John Textor para sanar questões financeiras, incluindo o transfer ban da FIFA ligado à dívida com o Atlanta United pela compra de Thiago Almada. O ano é encarado como desafio de reestruturação.
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