- A IFAB (organização que regula as regras do futebol) realiza neste sábado sua reunião anual, com a FIFA entre as participantes.
- Uma proposta em avaliação prevê obrigar que jogador que receba atendimento médico tenha um minuto fora de campo.
- O objetivo é reduzir a perda de tempo no jogo e coibir fingimento de lesões pelos atletas.
- Atualmente não há regra de tempo para quem recebe atendimento médico; a Premier League estabelece mínimo de trinta segundos, e a FIFA já testou dois minutos em dezembro, na Copa Árabe.
- A reunião também vai discutir o uso do árbitro assistente de vídeo (VAR) para mais situações durante as partidas.
A IFAB (organização que regula as regras do futebol) discutirá neste sábado uma proposta apresentada pela Fifa: tornar obrigatório um minuto fora de campo para jogadores que recebam atendimento médico. A decisão pode alterar a forma como o tempo de jogo é gerido durante lesões.
O objetivo é reduzir a perda de tempo e evitar abusos na atuação de “cera”, prática de simular lesões. Hoje não existe na lei uma determinação sobre o tempo que o atleta deve ficar afastado do gramado para atendimento médico.
Participam da IFAB a Fifa, além das federações da Escócia, Inglaterra, Irlanda do Norte e País de Gales. A imprensa destaca que a proposta já havia sido mencionada em encontros anteriores, sem acordo sobre o tempo exato.
A proposta surge após testes com dois minutos realizados pela Fifa durante a Copa Árabe, em dezembro. A Premier League, na temporada 2023/24, instituiu um mínimo de 30 segundos para esse intervalo.
Uso do VAR e outras mudanças
A reunião deste sábado também discutirá o uso do árbitro assistente de vídeo (VAR) para ampliar a aplicação de recursos de revisão em lances de jogo. As decisões sobre tempo útil, no entanto, mantêm o foco principal na redução de interrupções.
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