- O presidente da CBF, Samir Xaud, afirmou que o novo contrato de Carlo Ancelotti com a entidade está em fase final de formalização.
- O acordo, que estenderia o vínculo com a seleção brasileira até a Copa do Mundo de 2030, depende apenas de ajustes burocráticos e jurídicos para ser assinado.
- A declaração foi dada na sede da CBF, no Rio de Janeiro, após encontro com Javier Tebas, presidente da La Liga.
- Xaud ressaltou que um ano de contrato é pouco para desenvolver um trabalho que gere frutos e resultados, defendendo continuidade do planejamento esportivo.
- O vínculo atual prevê salário de 10 milhões de euros por ano, com bônus de 5 milhões de euros em caso de hexacampeonato na Copa de 2026, e as tratativas teriam começado em outubro.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) encaminha a renovação do contrato de Carlo Ancelotti com a Seleção, em fase final de formalização, segundo o presidente Samir Xaud. O acordo pode estender o vínculo até a Copa de 2030, dependente apenas de ajustes burocráticos e jurídicos. O anúncio ocorreu na sede da CBF, no Rio de Janeiro, nesta terça-feira (24).
Xaud destacou que não há pressa e que a decisão envolve uma construção gradual. O dirigente afirmou confiar no projeto encabeçado por Ancelotti e na continuidade do planejamento esportivo da equipe. A conversa com jornalistas ocorreu após encontro com o presidente da La Liga, Javier Tebas.
Segundo o presidente, as tratativas começaram em outubro e ganharam andamento na reta final do ano, com aval do técnico italiano aos termos apresentados pela entidade. A ideia é manter condições semelhantes às atuais, com ajustes pontuais em bonificações por metas e conquistas.
Detalhes do acordo
Ancelotti já recebe o maior salário entre técnicos de seleções, rondando 10 milhões de euros por ano. O contrato atual inclui bônus de 5 milhões de euros em caso de hexacampeonato na Copa de 2026. A renovação visa manter esse patamar, sujeito a eventuais mudanças acordadas.
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