- A Unidade de Policiamento do Futebol do Reino Unido abriu quatro investigações após ataques racistas contra quatro jogadores da Premier League no fim de semana: Hannibal Mejbri, Burnley; Wesley Fofana, Chelsea; Tolu Arokodare, Wolves; Romaine Mundle, Sunderland.
- Na Escócia, a polícia investiga ofensas racistas direcionadas aos jogadores Emmanuel Fernandez e Djeidi Gassama, do Rangers, após jogo contra o Livingston.
- A organização antidiscriminação Kick It Out aponta recorde de relatos de abuso online, com aumento de um terço em relação ao mesmo período da temporada anterior; houve crescimento de quarenta e cinco por cento no total de denúncias nesta temporada, sendo trinta e oito por cento relacionadas a redes sociais.
- O vice-diretor da UKFPU, Mike Ankers, afirmou que houve aumento de cerca de cento e quinze por cento nos relatos e que a polícia continuará trabalhando com clubes, autoridades do futebol, plataformas digitais e reguladores para responsabilizar os autores.
- Clubes da Premier League dizem que vão atuar em conjunto com as redes sociais, incluindo a Meta, para identificar os responsáveis, enquanto a empresa informou que remove conteúdos racistas quando identificados e coopera com as investigações.
A polícia britânica abriu quatro inquéritos após ataques racistas contra jogadores da Premier League nas redes sociais no último fim de semana. Os casos envolvem Hannibal Mejbri (Burnley) e Wesley Fofana (Chelsea) após o empate 1 a 1 entre suas equipes. Também foram alvo Tolu Arokodare (Wolves) e Romaine Mundle (Sunderland) no mesmo período.
A Unidade de Policiamento do Futebol do Reino Unido, responsável por crimes online ligados ao esporte, informou as investigações. O chefe Mark Roberts classificou os episódios como abomináveis e garantiu que os responsáveis serão identificados e levados à Justiça.
Na Escócia, a investigação mira ofensas racistas direcionadas a Emmanuel Fernandez e Djeidi Gassama, jogadores do Rangers, após duelo contra o Livingston. As apurações seguem os procedimentos oficiais da polícia local.
Organização antidiscriminação Kick It Out comentou o contexto atual, apontando recorde de relatos de abuso online. Houve aumento de cerca de um terço em relação ao mesmo período da temporada passada, segundo levantamento.
Segundo a Kick It Out, houve crescimento de 45% no total de denúncias nesta temporada, com 38% envolvendo conteúdos veiculados nas redes sociais. A entidade reforçou a necessidade de cooperação entre clubes, plataformas digitais e autoridades.
Mike Ankers, vice-diretor da UKFPU, ressaltou que as denúncias subiram cerca de 115% recentemente. A força policial informou que seguirá colaborando com clubes, plataformas e reguladores para responsabilizar os autores.
Clubes da Premier League disseram manter parceria com as redes sociais para identificar responsáveis. A Meta confirmou cooperação e atuação de remoção de conteúdos racistas quando identificados.
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