- Mourinho citou a Declaração Universal dos Direitos Humanos para defender a presunção de inocência de Prestianni, alvo de acusações de racismo feita por Vini Jr. e Mbappé em relação a um suposto insulto durante a vitória do Real Madrid sobre o Benfica em Lisboa.
- O treinador pediu que se leia o artigo 11 da Declaração antes de tirar conclusões, defendendo imparcialidade no caso.
- Ele afirmou que, se Prestianni for considerado culpado pela investigação da UEFA, mudará totalmente sua visão sobre o jogador.
- Mourinho ressaltou que, se houver culpa comprovada, não voltará a olhar para o atleta da mesma forma, citando a suspensão aplicada pela UEFA.
O técnico José Mourinho abriu a coletiva anterior ao jogo do Benfica contra o Gil Vicente falando sobre o caso Prestianni, envolvendo acusações de racismo. Ele citou a presunção de inocência como princípio fundamental e afirmou não tomar decisões antes da conclusão da investigação.
A acusação envolve Vini Jr. e Mbappé, que atribuíram ao atacante argentino Prestianni palavras com conotação racial durante a vitória do Real Madrid sobre o Benfica em Lisboa. O tema dominou o debate antes do retorno do Benfica aos gramados, após a eliminação na Champions.
Mourinho insistiu na leitura da Declaração Universal dos Direitos Humanos para embasar sua posição, defendendo que ninguém deve ser julgado antes do veredito oficial. Ele ressaltou o desejo de manter imparcialidade, mesmo diante de críticas ao caso.
Posicionamento futuro e desdobramentos
Caso a investigação da UEFA confirme a culpabilidade, Mourinho afirmou que a relação com o jogador pode mudar e indicou que, para ele, a carreira do atleta no Benfica poderia chegar ao fim. O treinador reiterou a necessidade de seguir regras e respeitar princípios, independentemente de favor ou oposição.
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