- Um técnico do Slovácko, Petr Vlachovsky, filmou 14 jogadoras nos vestiários e banheiros com uma minicâmera escondida; a mais jovem tinha 17 anos.
- O crime foi descoberto em 2023, quando a polícia encontrou o material online e Vlachovsky chegou a ser preso em setembro daquele ano.
- Em maio de 2025, a Justiça substituiu a prisão por cumprimento da pena fora das competições nacionais por cinco anos; não houve restrição para atuar fora da República Tcheca.
- As vítimas, que se uniram à CAFH, buscam uma proibição vitalícia para Vlachovsky e para outros agressores no futebol, através da Federação Tcheca de Futebol.
- O caso também envolve o FifPro, que pressiona a Fifa para que Vlachovsky seja proibido de atuar como treinador em qualquer parte do mundo.
Petr Vlachovsky, técnico do Slovácko feminino, foi condenado por filmar jogadoras nos vestiários por quatro anos e por posse de material de abuso sexual infantil. A prisão foi suspensa, e a pena atual envolve afastamento de clubes nacionais por cinco anos.
As jogadoras reuniram-se para pedir uma punição vitalícia, respaldadas pela CAFH, associação de atletas. O grupo busca também apoio da Federação Tcheca de Futebol para ampliar as sanções contra agressores no futebol.
O crime foi descoberto em 2023, após a polícia localizar conteúdos online. Vlachovsky gravou 14 jogadoras com uma minicâmera escondida na mochila, sendo a mais jovem com 17 anos na época.
Em maio de 2025, houve nova audiência sem público, com o juiz mantendo a suspensão de atuação nacional. Não há restrições para atuação fora da República Tcheca, mantendo o caso em tramitação paralela à FACR.
As vítimas desejam ampliar medidas por meio da Fifa, buscando proibição mundial para Vlachovsky atuar como treinador. Ele trabalhou no Slovácko desde 2018, ocupando várias funções técnicas e já foi eleito melhor técnico do futebol feminino tcheco.
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