- Palmeiras fechou 2025 com receita de R$ 1,8 bilhão e superávit de R$ 292 milhões.
- A arrecadação ficou acima das projeções, com dezembro isolando 164 milhões e saldo positivo de 9,5 milhões; em 2024, o superávit foi de 198,2 milhões.
- Do total, 1,6 bilhão é de origem operacional, e o restante veio de receitas financeiras.
- Principais fontes de renda: premiações, R$ 318,9 milhões; patrocínio, R$ 203,3 milhões; direitos de transmissão, R$ 180 milhões; sócio-torcedor, R$ 73,6 milhões; jogos, R$ 67,2 milhões.
- Para 2026, o orçamento prevê arrecadação acima de R$ 1 bilhão, com estimativa de R$ 1,2 bilhão; venda de atletas deve responder por 32% da receita (cerca de R$ 399,6 milhões), além de patrocínios (R$ 296,5 milhões) e direitos de transmissão (R$ 185,6 milhões); o COF aprovou o orçamento.
O Palmeiras encerrou 2025 com recordes financeiros. O balanço divulgado nesta terça-feira (3) aponta arrecadação de R$ 1,8 bilhão e um superávit de R$ 292 milhões. O resultado superou o desempenho de 2024, quando o superávit atingiu R$ 198,2 milhões.
A receita líquida de dezembro ficou em R$ 164 milhões, com saldo positivo de R$ 9,5 milhões acima do esperado. Do total, R$ 1,6 bilhão veio do itens operacionais, e o restante de receitas financeiras. Em 2024, o clube já havia registrado R$ 1,4 bilhão.
Fontes de arrecadação
Segundo o relatório, as principais fontes foram: premiações (R$ 318,9 milhões), patrocínios (R$ 203,3 milhões), direitos de transmissão (R$ 180 milhões), sócio-torcedor (R$ 73,6 milhões) e jogos (R$ 67,2 milhões). Esses itens compõem a estrutura de receita do Verdão na temporada.
Previsão para 2026
O Conselho de Orientação e Fiscalização aprovou o orçamento para 2026, que prevê receita acima de R$ 1 bilhão, mantendo a linha do plano anterior. A projeção interna aponta R$ 1,2 bilhão em 2026, já com resultados além das metas estipuladas para este ano.
O planejamento para chegar a esse patamar envolve oito fontes de arrecadação, com o maior peso para a negociação de atletas, respondendo por cerca de 32% da receita prevista. Estimam-se R$ 399,6 milhões com venda de jogadores, R$ 296,5 milhões em patrocínios e R$ 185,6 milhões com direitos de transmissão.
Desdobramentos e próximos passos
A agenda de 2025/2026 inclui a continuidade de ações para manter a trajetória financeira, com foco em esportes de alto desempenho e gestão de receita. A temporada começou com o clube avaliado em planos de contenção de despesas e busca por novas parcerias. O primeiro desdobramento relevante envolve a final do Paulistão, com jogo de ida contra o Novorizontino, buscando título que pode impactar receitas de premiações.
Entre na conversa da comunidade