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Gestão do consórcio Flamengo e Fluminense no Maracanã muda

Maracanã tem nova gestão: Fred Nantes assume como CEO, com Severiano Braga como diretor, na concessão conjunta de Flamengo e Fluminense; naming rights em torno de 55 milhões/ano

Fluminense x Flamengo na final do Carioca no Maracanã (Foto: Pedro Brandão/ Lance!)
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  • Fred Nantes assume o cargo de CEO do Complexo Maracanã; Severiano Braga passa a continuar como um dos diretores do espaço.
  • A gestão do Maracanã segue sob concessão de Flamengo e Fluminense, com contrato de vinte anos assinado em setembro de 2024; o estádio pertence ao Estado.
  • A concessão permite aos clubes administrar o estádio e o Maracanãzinho, explorando comercialmente o complexo.
  • o consórcio estuda vender os naming rights por cerca de r$ 55 milhões por ano, dependente de autorização do Governo do Estado do Rio de Janeiro; a expectativa inicial era de cerca de r$ 70 milhões.
  • A parceria busca ampliar receitas com espaços publicitários e iniciativas comerciais, mantendo a marca e a tradição do Maracanã.

O Maracanã, gerido por um consórcio de Flamengo e Fluminense, passou por uma mudança na gestão. O cargo de CEO deixou de ser ocupado por Severiano Braga e passou a ser ocupado por Fred Nantes, ex-diretor de competições da Conmebol. Severiano continua no grupo como diretor do complexo.

A transição acontece em meio ao funcionamento da concessão provisória, renovável, que desde 2019 confere à dupla Fla-Flu a administração do estádio. A gestão envolve o Maracanã, o Maracanãzinho e o restante do complexo esportivo, já que o estádio é de propriedade do Estado.

Desde setembro de 2024, a concessão de 20 anos autoriza Flamengo e Fluminense a operar, explorar e comercializar o espaço. A parceria substituiu o contrato com o antigo consórcio privado e mantém as equipes como mandantes, responsáveis pela manutenção e pela agenda de grandes eventos.

O consórcio estudá propostas de naming rights para o complexo, com ambição de contratar valores na casa de dezenas de milhões. A meta inicial era de cerca de R$ 70 milhões por ano, mas o grupo negocia elevar a proposta para torná-la uma das maiores do país. A autorização governamental estadual é necessária para avançar.

Observação: a proposta prevê estampar a marca em diferentes áreas do estádio, mantendo o nome histórico para o público. Empresas interessadas já demonstraram formalmente interesse, e o consórcio também planeja ampliar a receita por meio de novos espaços publicitários e iniciativas comerciais.

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