- O Irã informou que não disputará a Copa do Mundo masculina, que será sediada neste ano pelo Canadá, México e EUA.
- O anúncio ocorre em meio a ataques ao Irã, atribuídos a EUA e Israel, que aconteceram há 12 dias.
- Acolhendo o tema, colunistas apontam diferentes perspectivas: Alicia Klein diz que a atitude era esperada e cita crítica à FIFA sobre garantias associadas a Trump.
- Juca Kfouri afirma que o mundo, se tivesse vergonha, boicotaria a Copa nos EUA, mas ele mesmo não acredita nesse cenário.
- Milly Lacombe chega a sugerir que os EUA sejam banidos da Copa, dizendo que não há justificativas para manter o país como sede e participante.
O Irã anunciou nesta quarta-feira, 11 de março, que não vai disputar a Copa do Mundo da FIFA, sediada neste ano por Canadá, México e EUA. A decisão ocorre em meio a tensões após ataques recentes aéreos entre EUA e Israel contra o território iraniano.
A confirmação foi feita pelo país, após a notícia de que o governo dos EUA planejava receber a seleção iraniana. A FIFA ainda não divulgou detalhes sobre repercussões para o grupo de equipes já classificados.
Segundo avaliação de comentaristas, a situação envolve desdobramentos políticos, diplomáticos e esportivos. A tendência é entender como a ausência afetará o grupo da fase de grupos e as vagas remanescentes.
Contexto e desdobramentos
Colunistas analizam as possíveis consequências da saída do Irã. Alicia Klein aponta que a FIFA pode ter tomado decisões públicas em resposta a garantias associadas ao anfitrião americano. Ela ressalta o tom crítico de parte da imprensa.
Juca Kfouri comenta que, se houvesse repercussão global, haveria provável boicote ao Mundial nos EUA, mas duvida que isso aconteça na prática. Ele enfatiza que as mudanças seriam complexas para o torneio.
Milly Lacombe discute uma visão mais radical, sugerindo mudanças na sede ou na participação dos EUA. Ela afirma que não haveria argumentos éticos ou legais para manter a participação dos EUA como sede e como time.
Aos interessados, as discussões continuam sobre o que a FIFA deve fazer para preencher a vaga caso o Irã confirmе a saída. O tema divide opiniões entre especialistas e leitores.
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