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São Paulo inicia movimento para endurecer política financeira

São Paulo lança Regra de Ouro, limitando gastos à receita recorrente e buscando reequilíbrio financeiro em vinte semanas, priorizando a redução da dívida e investimentos no futebol

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  • O São Paulo lançou a Regra de Ouro, que impede gastos operacionais acima das receitas recorrentes.
  • A medida foi apresentada em reunião com 26 gestores de diferentes áreas; Massis, Pupo e os conselheiros Speranzini e Marques lideram o projeto.
  • O objetivo é criar uma base sustentável, mantendo a competitividade esportiva sem depender de receitas extraordinárias.
  • A venda de atletas deixará de cobrir despesas operacionais a médio prazo; recursos não recorrentes vão para redução da dívida e investimentos no futebol.
  • O plano tem duração de 20 semanas, com cortes de gastos, renegociação de contratos e revisão de processos; os primeiros meses de 2026 registraram resultados financeiros acima do esperado.

O São Paulo iniciou um movimento de reformulação interna com foco no controle financeiro e na mudança de modelo de gestão. A iniciativa, chamada de “Regra de Ouro”, proíbe gastos operacionais superiores às receitas recorrentes do clube.

A decisão foi apresentada em reunião com 26 gestores de diversas áreas, incluindo executivos e membros do Conselho Deliberativo. À frente estão o presidente Harry Massis, o assessor Marcelo Pupo e os conselheiros Daurio Speranzini e Flavio Marques.

O objetivo é criar uma base sustentável que assegure competitividade esportiva sem depender de receitas extraordinárias. A ideia é reequilibrar as contas e reduzir a dependência de negociações de atletas.

No novo modelo, a venda de atletas deixará de financiar despesas operacionais de curto e médio prazo. Recursos não recorrentes devem ir para redução da dívida e investimentos no futebol.

O plano de reestruturação tem duração de 20 semanas, envolvendo todas as áreas do clube. Haverá renegociação de contratos, revisão de processos e ajustes orçamentários para cortar gastos.

Desde que assumiu, Massis tem priorizado a redução de despesas. Contratos passam por revisão e benefícios internos, como cartão corporativo e plano de saúde, foram cortados. Nos primeiros meses de 2026, resultados ficaram acima do esperado.

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